De cara para o gol
Texto de Valéria del Cueto
O assunto do dia é o dia e o que ele representa na vida de cada um de nós individualmente e coletivamente. Sem possibilidade de retroagir e sem chance de arrependimento.
O voto é um ato solitário que tem um resultado abrangente que se reflete em toda a sociedade.
É um caso em que uma andorinha parece não fazer verão, mas que um bando delas é capaz de alterar uma história que parece já nos foi contada outras vezes.
É na urna que o ditado que diz que a voz do povo é a voz de Deus se torna mais próximo da realidade. De uma realidade composta de milhões de pequenos pedaços que formam um todo, como um mosaico da nossa decisão consciente (eu espero) do que é melhor para o país e para o estado em que vivemos.
Que cada um de nós consiga escolher sue próprio caminho, de acordo com o que acredita, com a convicção e a certeza das opções confirmadas pela tecla verde da urna eletrônica.
Que possamos fazer do ato de votar uma atitude de amor, fé e esperança no futuro que, sim,.estamos construindo juntos.
Esta frase pode parecer um clichê, mas é ela que nos dá a dimensão da enorme responsabilidade que assumimos de forma solitária e definitiva de nosso destino, do destino de um povo, dos caminhos da nossa nação.
Diante da urna, tomara que possamos ser tão atentos e precisos quanto o jogador de futebol que já driblou o goleiro e está naquele instante mágico em que só depende dele o resultado final da partida.
No momento em que de cara para o gol, ou a rede balança numa dança vitoriosa, ou desperdiçamos uma chance que não se repetirá nunca mais nesta partida da vida.
No meu caso, hoje vou às urnas para fazer um gol de placa.
Espero, sinceramente, que você vote com o mesmo espírito de quem está preparado para ser um campeão da sofrida democracia brasileira que os mais velhos se orgulham tanto de haver conquistado.
.
Boa sorte e muita calma na hora de converter seu o gol!
Tomara que possamos juntos, confirmar nossas escolhas e partir para o abraço, comemorando com a imensa torcida brasileira, a vitória de nossas crenças e o desejo dos dias melhores que, todos esperamos, hão de vir.
* Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Este artigo faz parte da série Parador Cuyabano, do SEM FIM http://delcueto.multiply.com
Texto de Valéria del Cueto
O assunto do dia é o dia e o que ele representa na vida de cada um de nós individualmente e coletivamente. Sem possibilidade de retroagir e sem chance de arrependimento.
O voto é um ato solitário que tem um resultado abrangente que se reflete em toda a sociedade.
É um caso em que uma andorinha parece não fazer verão, mas que um bando delas é capaz de alterar uma história que parece já nos foi contada outras vezes.
É na urna que o ditado que diz que a voz do povo é a voz de Deus se torna mais próximo da realidade. De uma realidade composta de milhões de pequenos pedaços que formam um todo, como um mosaico da nossa decisão consciente (eu espero) do que é melhor para o país e para o estado em que vivemos.
Que cada um de nós consiga escolher sue próprio caminho, de acordo com o que acredita, com a convicção e a certeza das opções confirmadas pela tecla verde da urna eletrônica.
Que possamos fazer do ato de votar uma atitude de amor, fé e esperança no futuro que, sim,.estamos construindo juntos.
Esta frase pode parecer um clichê, mas é ela que nos dá a dimensão da enorme responsabilidade que assumimos de forma solitária e definitiva de nosso destino, do destino de um povo, dos caminhos da nossa nação.
Diante da urna, tomara que possamos ser tão atentos e precisos quanto o jogador de futebol que já driblou o goleiro e está naquele instante mágico em que só depende dele o resultado final da partida.
No momento em que de cara para o gol, ou a rede balança numa dança vitoriosa, ou desperdiçamos uma chance que não se repetirá nunca mais nesta partida da vida.
No meu caso, hoje vou às urnas para fazer um gol de placa.
Espero, sinceramente, que você vote com o mesmo espírito de quem está preparado para ser um campeão da sofrida democracia brasileira que os mais velhos se orgulham tanto de haver conquistado.
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Boa sorte e muita calma na hora de converter seu o gol!
Tomara que possamos juntos, confirmar nossas escolhas e partir para o abraço, comemorando com a imensa torcida brasileira, a vitória de nossas crenças e o desejo dos dias melhores que, todos esperamos, hão de vir.
* Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Este artigo faz parte da série Parador Cuyabano, do SEM FIM http://delcueto.multiply.com
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