Por onde anda? com que roupa? é segredo...
Mocidade, Porto da Pedra, Portela, Grande Rio, Vila Isabel e Mangueira são as escolas que desfilam no Sambódromo amanhã, a partir das 21 horas
Valéria del Cueto
Especial para o Diário de Cuiabá
Dormir com uma exaltação a Brasília e recomeçar a sambar com o enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel, “Do Paraíso de Deus ao Paraíso da Loucura, cada um sabe o que procura”, do carnavalesco Cid Carvalho, será conflitante ou recorrente? Lavando dinheiro e mostrando notas na cueca, a irreverência marcará a passagem da escola. Tathiana Pagung é a rainha da bateria, mas quem vem para arrasar é sua madrinha, a cantora Elza Soares. Aguarde e verá.
De São Gonçalo vem a Porto da Pedra querendo saber “Com que roupa eu vou: para o samba que você me convidou?”. A rainha da bateria, a funkeira Valesca Popozuda, pretende ser a musa do carnaval. A informação está no blog da moça.
A próxima a se apresentar é a Portela. Ela vem comendo pelas beiradas, numa recuperação gradual do seu prestigio que andou em baixa. Seus Nilos, o presidente e o mestre de bateria trazem o enredo “Derrubando fronteiras conquistando a liberdade... Rio de paz, em estado de graça”. Gilsinho interpretará um samba de Ciraninho, Diogo Nogueira e Júnior Scafura. A primeira porta bandeira, Dodô, comemora 70 anos de asfalto. Vai ser pura emoção.
A Grande Rio, sempre uma constelação de celebridades vem com o tema “Das arquibancadas ao camarote número 1, um Grande Rio de emoção, na apoteose do seu coração”. Cahê Rodrigues é o carnavalesco e Paola Oliveira a rainha da bateria pelo segundo ano. Mestre Ciça informou que ensaiou 7 paradinhas e pretende deixar a escola segurar o samba no gogó durante 45”.
A partir daí a música reina entre os enredos. A Vila Isabel canta o samba encomendado a Matinho da Vila. “Noel, a presença do poeta da Vila” será defendido por Tinga e desenhado pelo mestre Átila. Cheia de malandros e em sintonia com seus componentes, a escola vem mordida do último carnaval.
Se a penúltima comunidade chega afinada e com entusiasmo por exaltar sua própria história, imaginem o que acontecerá no fechamento do desfile.
A verde e rosa presidida por Ivo Meireles pisa na passarela do samba falando que “Música é música do Brasil”, enredo desenvolvido por Jayme Cesário e Jorge Caribé. Depois do fraco desempenho do ano passado e, para mostrar que não “é coitadinha”, seu presidente, mexeu com os brios dos mangueirenses e, entre outras novidades, abriu a disputa do samba para compositores de todo o país. A Mangueira encerra a maratona da grande festa popular.
Mocidade, Porto da Pedra, Portela, Grande Rio, Vila Isabel e Mangueira são as escolas que desfilam no Sambódromo amanhã, a partir das 21 horas
Valéria del Cueto
Especial para o Diário de Cuiabá
Dormir com uma exaltação a Brasília e recomeçar a sambar com o enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel, “Do Paraíso de Deus ao Paraíso da Loucura, cada um sabe o que procura”, do carnavalesco Cid Carvalho, será conflitante ou recorrente? Lavando dinheiro e mostrando notas na cueca, a irreverência marcará a passagem da escola. Tathiana Pagung é a rainha da bateria, mas quem vem para arrasar é sua madrinha, a cantora Elza Soares. Aguarde e verá.
De São Gonçalo vem a Porto da Pedra querendo saber “Com que roupa eu vou: para o samba que você me convidou?”. A rainha da bateria, a funkeira Valesca Popozuda, pretende ser a musa do carnaval. A informação está no blog da moça.
A próxima a se apresentar é a Portela. Ela vem comendo pelas beiradas, numa recuperação gradual do seu prestigio que andou em baixa. Seus Nilos, o presidente e o mestre de bateria trazem o enredo “Derrubando fronteiras conquistando a liberdade... Rio de paz, em estado de graça”. Gilsinho interpretará um samba de Ciraninho, Diogo Nogueira e Júnior Scafura. A primeira porta bandeira, Dodô, comemora 70 anos de asfalto. Vai ser pura emoção.
A Grande Rio, sempre uma constelação de celebridades vem com o tema “Das arquibancadas ao camarote número 1, um Grande Rio de emoção, na apoteose do seu coração”. Cahê Rodrigues é o carnavalesco e Paola Oliveira a rainha da bateria pelo segundo ano. Mestre Ciça informou que ensaiou 7 paradinhas e pretende deixar a escola segurar o samba no gogó durante 45”.
A partir daí a música reina entre os enredos. A Vila Isabel canta o samba encomendado a Matinho da Vila. “Noel, a presença do poeta da Vila” será defendido por Tinga e desenhado pelo mestre Átila. Cheia de malandros e em sintonia com seus componentes, a escola vem mordida do último carnaval.
Se a penúltima comunidade chega afinada e com entusiasmo por exaltar sua própria história, imaginem o que acontecerá no fechamento do desfile.
A verde e rosa presidida por Ivo Meireles pisa na passarela do samba falando que “Música é música do Brasil”, enredo desenvolvido por Jayme Cesário e Jorge Caribé. Depois do fraco desempenho do ano passado e, para mostrar que não “é coitadinha”, seu presidente, mexeu com os brios dos mangueirenses e, entre outras novidades, abriu a disputa do samba para compositores de todo o país. A Mangueira encerra a maratona da grande festa popular.
BOX
Segunda
Às 21 h
1ª – Mocidade
Entre 22h05 e 22h22
2ª – Porto da Pedra
Entre 23h10 e 23h44
3ª – Portela
Entre 0h15 e 1h06
4ª – Grande Rio
Entre 1h20 e 2h28
5ª – Vila Isabel
Entre 2h25 e 3h50
6ª – Mangueira
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