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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Alto da Granjaria, Cataguases, Minas Gerais

Alto da Granjaria, Cataguases, Minas Gerais

Cataguases é um caso de amor sempre com gosto de quero mais. Já visitei a cidade da Zona da Mata mineira várias vezes mas nunca consigo fazer um registro digno de suas qualidades visuais.

Explicável. Vou Cataguases em eventos que acontecem lá e nos municípios vizinhos. E falta tempo para explorar os tesouros modernistas da cidade.São 100 anos de Humberto Mauro, Lançamento do Cineport e da Confraria de Cinema, o próprio Cineport e outras passagens deliciosas.

Para fazer as noites do Festival de Viola de Piacatuba, distrito de Leopoldina, "parei" em Cataguases.  a ponte foram Henrique Frade e dona Helena. Pousei na casa do Juliano, guardada por Futele, o cachorro, e Janzinho, o gatinho.

Foi no final da tarde de domingo que Juliano me levou ladeira acima pra fazer a volta ao morro. Do meio urbano para o meio rural em alguns minutos de caminhada pela estradinha de terra. Ela passa num dos altos da Granjaria, seguindo a rua Procópio Ferreira morro acima. Foi por lá que fomos andar Juliano, Futele e eu...

Clique AQUI ou na foto para acessar o álbum “Alto da Granjaria, Cataguases, Minas Gerais“, no Flickr

#valerio2019
#Cataguases
Algumas dessas fotos estão na coleção Getty Images de Valéria del Cueto, as demais fazem parte do acervo da fotógrafa em @no_rumo do Sem Fim

Ensaio fotográfico e registros no canal del Cueto, no youtube de (C)2019 Valéria del Cueto, all rights reserved

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terça-feira, 31 de agosto de 2004

CATAGUASES, FESTIVAL CINEPORT E CONFRARIA DE CINEMA


CONFRARIA DE CINEMA

Quem preside é Paulo Saraceni que no final de semana juntou um "povo de cinema" para fundá-la. Um de seus objetivos é selecionar as obras audiovisuais brasileiras (cinematográficas e digitais) que participarão do "1.CINEPORT - Festival de Cinema de Paí­ses de Lí­ngua Portuguesa", em abril de 2005, adivinhem onde? Em Cataguases, Minas Gerais, terra de Humberto Mauro, aquele que cercado de rios e cachoeiras formando cenários deslumbrantes dizia que cinema era cachoeira... E fazia cinema nas cachoeiras. 


O CINEPORT
Pois será lá que estarão reunidas obras cinematográficas de paises da Comunidade dos Paí­ses de Lingua Portuguesa, a CPLP: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bisau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Principe e Timor Leste, concorrendo aos prêmios Andorinha e Andorinha Digital e aplaudindo as personalidades que receberão o prêmio Humberto Mauro, pela contribuição ao desenvolvimento das cinematografias dos paí­ses envolvidos no festival. 

Um detalhe: as obras serão apresentadas com legendas... em português, para facilitar a compreensão dos dialetos da língua espalhados pelos continentes.

O FIM DE SEMANA
A reunião foi eclética. Quando Dona Lúcia, mãe de Glauber Rocha se indagava qual a sua profissão cinematográfica, um outro quase confrade, que também preenchia a mesma ficha soprou: "ɉ fácil. Põe aí­: mãe do cinema nacional". Dona Lúcia ficou com a função de diretora de arte. O ministro do Turismo, Valfrido MaresGuias, foi categórico ao afirmar que "Cataguases era a mais diferentes das cidades mineiras", pelos traços modernistas que se espalham por todo o espaço urbano. 
Nelson Pereira, empunhando uma câmera digital registrava a sessão de criação da confraria, patrocinada pela Fundação Ormeu Junqueira Botelho, brincado de cineasta e José de Abreu se apossou da câmera do fotógrafo oficial do evento e disparou seus flashes no jantar de encerramento, no Hotel Cataguases. 

DIVERSÃO E CULTURA
E se era para preparar o espí­rito dos confrades, a programação não poderia ter sido mais inspiradora: as exposições "Humberto Mauro - A última sequência" com fotos de Walter Carvalho, no Centro Cultural que homenageia o mestre, e "Carmen Santos 100 Anos", no charmoso Museu Chácara Dona Catarina e os respectivos lançamentos de livros, os espetáculos de dança "Parafernália", da Cia Cos'e? Teatro e Dança e Hipocampelafantocamelo e Brasilianas, além de shows e apresentação de curtas e DVD foram a preparação para o destaque do final de semana: um piquenique numa cachoeira, com direito a mesinhas decoradas pelos artesãos locais com toalhas de chitão colorido, um grupo excepcional de chorinho, uma exposição de artesanato, um almoço delicioso e um banho de cachoeira definitivo e indispensável. 

ORGANIZAÇÃO
ɉ claro que, sabemos, fomos "cobaias" do festival do ano que vem. Confesso que cobaias felizes. A organização do evento, idealizado por Mônica Botelho e e organizado por Henrique Frade e uma grande equipe, soube destacar o que Cataguases tem de melhor: uma vocação para bem receber que da a sensação de que todos, ali presentes, eram muito bem vindos e que, daqui a pouquinho, estarí­amos sendo convidados para voltar a visitar o lugar. 
Oba! 
* Mais fotos no PHOTO GRAPHIAS do site.


domingo, 29 de agosto de 2004

LANÇAMENTO DO CINEPORT E DA CONFRARIA DE CINEMA



Estou chegando de Cataguases, onde foi lançado o 1o. Festival de Cinema de Língua Portuguesa. Isto que dizer que engloba os seguintes paí­ses: Brasil Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e, futuramente, o Timor Leste.

Para indicar os filmes que participarão da primeira edição do Festival, que vai acontecer em abril do ano que vem, estão sendo criadas "confrarias de cinema" nos paí­ses de língua portuguesa. A brasileira foi instituída neste final de semana, sob a presidência do cineasta Paulo Cézar Sarraceni.

No sábado os confrades presentes fizeram uma reunião no Centro Cultural Humberto Mauro. Nela foi aprovado o estatuto, sugerida algumas modificações e discutidas formas de atuação da Confraria.

Tudo isso baseando-se na 'máxima' de Humberto Mauro de que cinema é cachoeira, por isso fomos muito recebidos e eu diria que até paparicados por Mônica Botelho, Henrique Frade e a todos os que ajudaram a organizar o final de semana.

Vamos agora ao Prêmio Andorinha (para filmes) e Humberto Mauro ( para personalidades), que serão concedidos aos filmes indicados por nós, confrades, para participar do Cineport.