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domingo, 26 de julho de 2020

Sobrevoo no @delcueto.studio


Sobrevoo

Hora de partir para a coleção 2020 no hub brasileiro do @delcueto.studio. Na terceira temporada no colab55 já dá para pensar não somente numa coleção, mas num universo mais amplo. 

A volta ao mar é inevitável. Não obrigatoriamente num registro novo mas com a ideia da brincadeira do pássaro fujão que uma hora ia voar para mais longe

Origem


A imagem surgiu num dia luminoso e extraordinariamente claro. Mostra a costa ao norte do Rio de Janeiro, vista de Praia do Diabo, em Ipanema. Não foi feita com a Nikon, mas com a Lumix, da Panasonic, que tem um zoom extraordinário. 

No momento da foto as gaivotas faziam um voo e passaram, uma abaixo e outra acima da cadeira de montanhas.

Concepção


Mais uma coleção "guiada" pela liberdade do voo dos pássaros. Dessa vez, a linha das montanhas serviu como divisória da imagem original. Bastou libertar a gaivota que já tinha tomado o rumo do céu, pelo menos do ponto de vista de quem captura e traduz em imagens as coleções de #photodesign do @delcueto.studio.

Assim nasceu a coleção Sobrevoo, a primeira da temporada 2020 do colab55.com/@delcueto, nosso hub brasileiro.

Esse shape já nasceu pronto e foram necessárias poucas adaptações para as diferentes versões.

Desenvolvimento

Nos objetos de uso pessoal, como canecas, carteiras e capinhas de celulares
 
Nas t-shirts, clássicas ou baby long, são várias possibilidades de cores estonadas


As fullprints são em duas versões: feminina e masculina. Essa, com diferentes opções de golas e mangas


Sobrevoo também está aplicado nas sacolas (tote bags), meias e toalhas de banho e rosto.

 

Adesivos, tattoo, cadernos e cartões postais compõem a linha de cartonaria

   

A coleção se completa com azulejos, almofadas quadradas e retangulares, posters e imãs/porta-copos.
    


Na Colab55, o hub brasileiro de nossos produtos, a hashtag é #coisadorio. 

No hub internacional do @delcueto.studio coleções como  Black Rainbow e  Bamboo estão na plataforma do redbubble. Novos produtos e muitas opções exclusivas.

 No Getty Images

Imagens produzidas estão na coleção Sem Fim… de Valéria del Cueto no banco de imagens Getty Images.

Conheça também o hub na #colab55 do  Studio@delcueto

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sábado, 21 de dezembro de 2019

Mangueira 2020 último ensaio de quadra do ano



O último ensaio de quadra de 2019 da Mangueira, sábado, 14 de dezembro de 2019, no Palácio do Samba.

Clique AQUI para acessar o álbum fotográfico Mangueira carnaval 2020 ensaio de quadra


Esquenta

As apresentações da noite mangueirense foram abertas com o esquenta da Bateria 4.0.



Passistas

Uma passada pela apresentação dos passistas da verde e rosa na roda no centro da quadra…



Rainha

Evelyn Bastos, rainha da Bateria, riscando o chão verde e rosa, do mítico Palácio do Samba para deleite e aplausos dos visitantes



Personagem: o chocalho de Vitor Medeiros



O grupo Gres Estação Primeira de Mangueira, no FLICKR é o acesso para a coleção de registros da verde e rosa da fotógrafa. Curta nossa página no Facebook e faça sua inscrição no Canal del Cueto no Youtube. Desde 2008 registrando momentos do carnaval carioca.

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Ensaio fotográfico  e vídedos de (C)2019 Valéria del Cueto, all rights reserved
@no_rumo do Sem Fim… delcueto.wordpress.com
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Tinha que ser?

Tinha que ser?

Texto  e foto de Valéria del Cueto

Saindo mais uma. Da ponta dos dedos ávidos para riscarem o caderninho com a BIC dourada que ainda guarda resquícios de seu sotaque francês.

Foi de lá que ela veio e se pergunta como, com tantos assuntos em pauta, a autora do Sem Fim tem tempo para ficar fazendo a árvore genealógica de uma simples e humilde (dourada, tudo bem) caneta.
Me apresso a explicar que sou fiel aos meus apegos e valorizo quem me acompanha e não me deixa na mão. Cultivo amizades com quem escreve, a BIC dourada, e com quem recebe e acolhe as palavras, os caderninhos. Desses, diga-se de passagem, falo sempre. Especialmente ao me despedir amorosamente dos que, preenchidos, estão a caminho da estante das memórias.  Narradas nas crônicas que, confesso, já perdi a conta.

Gosto de coisas novas. Mas me apego a cangas, tênis, óculos e biquinis. Alguns objetos com que, por força do uso, adquiro intimidade. Tento honrar meus companheiros de jornada nos dias bons e nos não tão felizes.

Quer saber? Melhor falar deles do que tentar analisar os acontecimentos.

Queria começar a semana sem precisar registar quem, do alto de sua sabedoria e especialização na realidade pedagógica e educacional do Brasil (sim, o país daquela educação que está na lanterna dos indicadores de excelência... do mundo!), promove o fim da TV Escola e chama Paulo Freire de “energúmeno”.

Com essa bola passando rente a rede só resta enterrar, sem direito a bloqueio, levando ao ponto inquestionável. Que exemplo nos dá com os resultados alcançados por sua prole erudita?

Também adoraria deixar passar o papelão da comitiva ambiental oficial na COP 25. Vergonha perde só para o “êxito” da estratégia do ministro que bagunça o coreto, atrapalha a cúpula, pede dinheiro sem dar garantias e sai do encontro sem um centavo furado. Não foi pior porque o país se fez representar por lideranças e instituições historicamente reconhecidas por atuações relevantes no contexto mundial das mudanças climáticas.

De protagonistas do processo passamos a lanterninhas mequetrefes e mentirosos no quesito ambiental enquanto quase batemos as mil praias atingidas pelo óleo que avança rumo ao sul pelo litoral brasileiro. Apresentamos ao mundo a liberação para a plantação de cana e produção de etanol no pantanal na bacia do alto Paraguai e... na Amazônia! Entre outras proezas.

Enquanto isso, representantes de Mato Grosso acompanham a agonia política de um fenômeno eleitoral encurralado por seus comprovados crimes eleitorais.

E tinha que ser, para nos matar de vergonha, mulher!

Demora tanto para que uma representante do sexo frágil consiga despontar no cenário federal político mato-grossense... Quando aparece já faz logo um strike de burradas (para ser boazinha e maternal é que classifico os crimes da juíza aposentada de forma tão amena). Afinal, os sinais eram claros já ao primeiro ato: jogar a responsabilidade de sua inabilidade política nas costas de uma sequência de marqueteiros que passaram por sua meteórica e atribulada ascensão eleitoral.

Tenho sérias restrições a quem não assume e se responsabiliza por seus atos. Sabe aquele tipo de gente que sempre acha que a culpa é dos outros, capaz de encontrar as justificativas mais estapafúrdias para seus erros e defeitos?

Isso depois de arvorar para si um codinome “de saias”. Foi tanto tempo disparando regras e preconceitos e sendo aplaudida pela plateia deslumbrada que faltou o essencial: estudar e cumprir a lei!

Condenada por unanimidade em Mato Grosso, no upgrade para o STF achou que virar sua metralhadora giratória para a corte e pedir carona na capa do Super Homem poderia poupa-la do cadafalso. Não deu. Tomou um vareio incontestável e perdeu o mandato. Depois, para ficar mais feio e fechar com chave de ouro o conjunto patético da obra, o baú foi fechado com um “áudio juramento” com direito a palavras de baixo calão. E por que não?

Quer saber? Tem o que merece quanto a punição criminal no âmbito da justiça eleitoral. Mas ainda falta. E se a justiça existe, será obrigada a ressarcir os cofres públicos do meu, do seu, dos nossos impostos, pela eleição invalidada.

O próximo passo é coloca-la no panteão inglório como única senadora eleita por Mato Grosso caçada por justíssimas causas.

Tinha que ser uma mulher?

*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Da série “Arpoador”, do SEM   FIM…  delcueto.wordpress.com

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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Mais dia, menos dias

Mais dia, menos dias

Texto e foto de Valéria del Cueto

Já que (re)começaram as crônicas fico na função de tentar manter o embalo. Aproveito as frestas de dias de sol que surgem entre as nuvens pesadas das chuvas que, volta e meia, despencam por aqui.

Andamos assim nesse início de dezembro e quem disser que está estranhando é por mero desconhecimento básico de causa. Dezembro sempre começa com chuvas e trovoadas.

É Iansã para uns, Santa Bárbara para outros, dizendo a que veio. Dia 4 foi dia do orixá dos raios e trovoadas. Logo amenizadas pela vinda de Oxum, ou Nossa Senhora da Conceição no Rio de Janeiro (Iemanjá em alguns lugares do nordeste) saudadas e reverenciadas no 8 de dezembro.

As diferenças do sincretismo afro-brasileiro, Oxum e/ou Iemanjá, são fáceis de explicar. Assim como lá São Jorge é Oxóssi e aqui é Ogum. No Rio Oxóssi é São Sebastião, padroeiro da nossa sofrida cidade maravilhosa. Pelo sim, pelo não, sejam quais orixás correspondam aos santos da igreja católica, os ventos, chuvas, raios, trovões e tempestades correspondem ao fim da primavera e início de verão.

No momento, os ecos no entorno são dos felizes alunos que chegam ao fim de mais um ano letivo ou conseguem passar nos exames escolares. Uma deliciosa comemoração ainda em princípio de ciclo. Por isso, pouco notada nos espaços que frequento.

A minha praia ainda está viável nesses dias de muitos planos e expectativas de final de ano. Ainda é possível circular tranquilamente pelas areias do Arpoador e Ipanema.

O que mais se ouve por aqui são conversas em espanhol. Mais de duplas ou grupos de amigos do que de famílias. As férias ainda não chegaram. Lembra? O que mais se vê por aqui são as garrafas térmicas, cuias e bombas. O básico do preparo necessário para os adeptos do chimarrão e do tereré.

Essa é uma das melhores épocas para circular pelo Rio e eles descobriram isso...

Aquele momento em que a cidade se anima e se prepara para receber os visitantes. Antes de ficar entupida na semana do Réveillon.

Até o Natal a gente sobrevive, é mais festa local, em família. Sentida especialmente pelos engarrafamentos na Lagoa Rodrigo de Freitas provocados pela “Árvore de Natal” esse ano com a tag #brilhario.

Mas daí pra frente é um Deus nos acuda! Depois vem as crônicas da perplexidade. Quando parece que não caberá tanta gente assim em nosso cobiçado paraíso do caos urbano.

Paraíso até por ali, diga-se de passagem. Porque, lamentavelmente, o Rio não está nos seus melhores dias. Não dá pra ignorar esse fato e só falar maravilhas de um lugar que não anda tão maravilhoso como poderia e deveria.

Ao menos para quem olha a cidade de dentro. Do asfalto e do morro e não da roda gigante climatizada, a “novidade” que engana os trouxas e desavisados mas, como boa peneira que é, não dá para tapar o sol dos desmontes de nossos equipamentos culturais, a ameaça de fechamento do Museus de Arte do Rio, o MAR, a demissão dos responsáveis pela Cidade das Artes, o fim melancólico e gradativo das Lonas Culturais espalhadas pelos subúrbios cariocas, do Imperator...

O enfraquecimento de nossa rede cultural é tanto que o réveillon da Orla de Copacabana (onde rodas míticas dos terreiros de umbanda e candomblé deram origem a festa da virada, conhecida no mundo inteiro), apresentará ao mundo nessa virada de ano um palco de música gospel. Algo está mudando. Para pior.

Mas, como diz o samba da Mangueira, atual campeã do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, “A ESPERANÇA BRILHA MAIS NA ESCURIDÃO”. E, se nossa voz se fizer ouvida, “A verdade vos fará (mais uma vez) livres”. Mais dia, menos dias...

*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Da série “Arpoador”, do SEM   FIM…  delcueto.wordpress.com


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sábado, 7 de dezembro de 2019

Mangueira 2020 Alcione batiza a Velha Guarda


Mangueira 2020 Alcione batiza a Velha Guarda

Mangueira se prepara para o carnaval 2020 em meio a atividades que revitalizam e reforçam os laços da escola de samba com a comunidade e suas raízes.

Entre outras atrações a noite de sábado, 30 de novembro de 2019, teve a cantora Alcione batizando a Velha Guarda da escola, eliminatória do concurso de sambas de terreiro e a visita de Juliette Binoche, a atriz francesa que passeava pelo Rio. Tudo, claro, na batida da Bateria da Mangueira.

Clique AQUI  para acessar o álbum fotográfico Mangueira carnaval 2020 ensaio de quadra
Mang EnVG 191130 002 Bateria bolo José Campos 70 anos

Samba de terreiro

No Palácio do Samba, a quadra da Mangueira, a noite foi aberta com a primeira eliminatória do concurso de sambas de terreiro. Ela antecedeu o ensaio tradicional da verde e rosa. 15 sambas concorreram e 5 foram selecionados para prosseguirem na competição que terá mais duas eliminatórias nos próximos ensaios.

Esquenta

As apresentações da noite mangueirense foram abertas com o esquenta da Bateria em meio as comemorações dos 70 anos do diretor e mestre dos instrumentos, José Campos.

Batismo

Alcione protagonizou um dos momentos emocionantes da noite participando do batismo da Velha Guarda da Mangueira durante as apresentações dos segmentos da comunidade. A cantora foi escolhida madrinha da tradicional ala verde e rosa.

Como não poderia deixar de ser, a animação continuou com as apresentações das passistas, baianas e alas da comunidade e do 2 casal de mestre-sala e porta-bandeira Débora de Almeida e Renan Oliveira.


Bateria encerra a festa verde e rosa


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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Ser e estar

Ser e estar

Texto, foto e vídeos de Valéria del Cueto
Faz um tempo que não passo por aqui.
Andei cansada de correr atrás do que contar e, para quebrar a escrita, dei uma pausa na escrevinhação...
Não foi a falta de assunto que causou a lacuna. Foi o excesso.
A capacidade de filtrar os acontecimentos se exauriu, aliada a rapidez com que o fato realmente importa e deixar se interessar, atropelado por novos acontecimentos.
Os poucos dias, ou horas, entre escrever e publicar viraram séculos na atualidade e no interesse sobre qualquer coisa.
Quando estava indo, (após estabelecer um raciocínio, construir um argumento e desenrolá-lo num texto), o assunto já tinha voltado, não sem antes desandar mexido no panelão que afogou o Don Ratão das cruéis e devastadoras redes sociais.
Assim ninguém vai casar com a Dona Baratinha...


Para retomar o fio do exercício literário semanal é necessário agarrar a ponta da corda que ancora as crônicas do “Sem Fim” que desenrolo há tanto tempo.
É hora de firmar para encarar ao caderninho, mesmo que pouco usado e ainda estranho às voltas que minha imaginação costuma dar. Cada troca de volume é um amigo que não se perde, que vai para a prateleira das lembranças e memórias. Leva um tempo para se acostumar, mais um pouco para se acomodar e, aí, já é quase hora de partir para outro companheiro.
E não adianta fazer como agora, mudando o rumo da prosa. Tem que ser objetivo para manter o prumo!
Recuperar o espaço físico ajuda. O horizonte infinito do mar que circunda as minhas pontas do Leme e do Arpoador, quase ilhas, que me acolhem, aconchegam e dão asas para voar.
Firmar no tempo, a tarde lânguida de uma sexta-feira de primavera. Como no princípio, meio e fim de uma quase aventura.
Depois de fazer um dos exercícios prediletos, caminhar pela areia fofa, até a parte de trás das batatas das pernas parecerem queimar, procurar um lugar. O lugar.
Tentar, sem sucesso, uma aproximação para o mergulho que garantiria o tom lindo o bronzeado, porque a água está estupidamente gelada. Naquela temperatura que chega a dar câimbras.
Me instalei no alto de uma “falésia” provocada pela força e o capricho do humor das marés do Oceano Atlântico.
Num ponto em que a paisagem se derrama em 300 graus de visibilidade.
É só mar do Arpoador até ponta do Morro do Vidigal, com direito a um dia clássico, incluindo os perfis das ilhas do Clube Costa Brava e das Tijucas.
Bem em frente, as Ilhas Cagarras recebem o sol que desenha uma meia sombra. É o “lado oscuro de las islas” a esquerda e a luz solar incidindo a direita realçando os contornos de pedra e paisagens naturais.
Tudo é poesia com filtro polarizador das saudades que me castigaram no período de abstinência literária.
Incomum, mas essencial na busca do olhar amoroso que derramo sobre meus domínios visuais e sensoriais.
Em cima da cadeia de montanhas, composta pelo Vidigal, Dois irmãos, Pedra da Gávea, uma formação de nuvens se arma, o que não garante o dia clássico de amanhã. Tudo pode acontecer, dependendo do lado para onde soprarão os ventos da noite carioca.
Que diferença faz? Nenhuma. O que vale é o agora. O vento fresco que bate na praia temperando a sexta-feira.
Estou e sou. Em paz.
*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Da série “Arpoador”, do SEM   FIM…  delcueto.wordpress.com


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sábado, 30 de novembro de 2019

Mangueira 2020 ensaio de canto

Mangueira 2020 ensaio de canto

Ensaio de canto no Palácio do Samba, a quadra da Mangueira, na quinta-feira, 28 de novembro de 2019.  Nesse dia também foram distribuídas as vagas nas alas da comunidade.

Clique AQUI para acessar o álbum fotográfico Mangueira comemora a vitória do Flamengo, campeão da Libertadores


Primeiro foi a distribuição dos componentes entre as diversas alas. Seguida pela organização em filas e o início do ensaio comandado pela diretoria. Nos trechos específicos, Elmo dos Santos interrompia o canto para dar orientações. Na sequência o grupo foi dividido e os segmentos se movimentaram pela quadra. A noite se encerrou com a assinatura das listas de presença.
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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Na Mangueira a conquista da Libertadores pelo Flamengo

Na Mangueira a conquista da Libertadores pelo Flamengo

Mangueira comemora a vitória do Flamengo sobre o River Plate no ensaio de sábado, dia 23 de novembro de 2019. Com o resultado o Mengão se sagrou campeão da Libertadores de 2019.

O Palácio do Samba e a festa rubro-negra. A roda puxada pelos segmentos tradicionais da verde e rosa, as apresentações dos passistas e do segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira, Renan Oliveira e Débora de Almeida, tudo como sempre num sábado na quadra da Mangueira. A diferença foi a alegria dos flamenguistas que comemoravam o título de campeão da Libertadores.

Clique AQUI para acessar o álbum fotográfico Mangueira comemora a vitória do Flamengo, campeão da Libertadores


A alegria geral deixou mais leve o astral da bateria. Mestre Wesley, descontraído, se divertiu no repique. Squel Jorgea e Renan Oliveira também passaram pelo palanque.

Não poderia deixar de faltar o hino do Flamengo, puxado pelos cantores e os ritmistas da Bateria da Mangueira.

Tem mais sobre a vitória do Flamengo na crônica “É tengo, é dengo. É Mengo duplamente campeão“.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

É tengo, é dengo. É o Mengo duplamente campeão.

Gabigolzinho, objeto de desejo dos rubro-negros, aguardem a onda dos cabelos descoloridos no verão…

É tengo, é dengo. É o Mengo duplamente campeão.

Texto foto e vídeo de Valéria del Cueto
Pulsar carioca
O vento batia forte na orla carioca na manhã de sábado, dia da decisão da Libertadores da América. Parecia fazer força para levar nossas vibrações para Lima, no Peru, onde o Flamengo enfrentou o River Plate. Se a força da mentalização existe, sem dúvida, ela ajudou a levar o time à final do campeonato.
Pelas ruas da cidade as cores do time passeavam democraticamente entre os mais abastados do asfalto, moradores dos morros do Pavão, Pavãozinho, Cantagalo e quantas outras comunidades estivessem representadas nas areias da praia, frequentada por todos.
Nas esquinas, os botequins eram pontos de onde escoavam gritos de incentivo ao Flamengo. Parecia que o tempo não passava, tal era a expectativa no Rio de Janeiro. A vida carioca estava paralisada. E Deus e todo mundo comemorando.
Em Lima
No início do jogo a pressão dos times traz o silêncio depois da animação inicial. Aos 14 minutos o gol do River Plate nos pés de Borré. E lá fomos nós, torcedores, mergulhando na saga dos jogadores em campo. No intervalo a certeza do realinhamento do esquema do Flamengo, afinal essa é uma característica de Jesus, o treinador português que chegou e “catequizou” a nação rubro-negra.
O tempo foi passando e nada acontecia. Até que Gabigol, nos minutos finais, fez o primeiro empatando, meteu o segundo virando o jogo (sob o olhar estarrecido da torcida do River) e deu o campeonato ao time carioca, literalmente sacudindo a galera.
Às cenas inesquecíveis da vitória, se junta a patética performance do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, que foi solenemente ignorado ao se ajoelhar aos pés do herói da partida.
O amor dessa bandeira não cabe no sorriso do torcedor campeão!

No Rio

As comemorações se estenderam pelas ruas da cidade, e os gritos dos torcedores ecoavam a cada gol do Flamengo. A audiência do jogo superou as finais de Copa do Mundo transmitidas pela Globo.
Pelas redes sociais explodiram as comemorações da torcida e dos “especialistas”. Como explicar o imponderável e a disposição do time de chegar a vitória?
A rainha de bateria Evelyn Bastos cercada por seus amores: Mangueira e Flamengo

Festa na favela

Enquanto a equipe voava para o Rio de Janeiro na quadra da Mangueira os ritmistas da bateria chegavam para o ensaio de sábado. Vazio, a princípio, o espaço começou a encher pela meia noite. E a festa tomou conta do Palácio do Samba.
Era grande a quantidade de camisas do time campeão. Miniaturas de Gabigol passeavam entre os instrumentos. Mestre Wesley solava no repique. A ordem era ser feliz.
O clima era de desconcentração e alegria sob a imensa bandeira que passeia pela quadra cobrindo os visitantes na apresentação do intérprete oficial da verde e rosa, Marquinhos Art´Samba. O entusiasmo e a animação atingiram o auge tanto nas apresentações do samba enredo de 2020, quanto nos momentos em que o hino do Flamengo foi puxado pelos cantores da escola.

A Nação encontra os campeões

Na manhã de domingo a massa rubro-negra lotou a Avenida Presidente Vargas para recepcionar os heróis da conquista. Jovens, idosos e crianças marcaram presença no Centro do Rio para saudar os campeões.
Mais uma vez Witzel esteve presente. A festa da favela sendo comemorada pelo governador que incentiva a violência da PM contra as comunidades. No final do trajeto houve muita confusão, com a polícia jogando gás lacrimogênio nos flamenguistas e depredação do mobiliário urbano.

Dupla conquista

Para quem pensava que apesar do papelão da PM, o dia estava ganho, mais uma alegria. Com o resultado do jogo entre o Grêmio e o Palmeiras, de 2 X 1 para o time gaúcho, ainda havia muito a comemorar.
O Flamengo tornou-se campeão Brasileiro por antecipação. Quatro rodadas antes do final do campeonato!
Agora, é se preparar para a final do Mundial Interclubes em Dubai. O céu não é o limite para Jesus e os jogadores do Mengão!
Gratidão de filha para pai. Orgulho de pai para filha,  sangue rubro-negro tem poder!
*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de
carnaval. Da série “Arpoador”,
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sábado, 19 de outubro de 2019

Mangueira 2020 final da escolha do samba

Mangueira 2020 final da escolha do samba

Por para carnevalerio.com

A final da escolha do samba enredo para o carnaval 2020 da Mangueira, a escola campeã do Grupo Especial de 2019, lotou o Palácio do Samba. Os segmentos da verde e rosa compareceram em peso, assim como visitantes que vieram prestigiar a disputa.

Clique AQUI  para acessar o álbum fotográfico Mangueira carnaval 2020 final da escolha do samba

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Festa Mangueirense

A noite começou com o show do grupo de passistas, seguido pelas meninas do projeto da Rainha de Bateria, Evelyn Bastos.
Logo depois do suingue do “esquenta” da Bateria, comandada por Mestre Wesley e seus diretores, na roda formada no centro da quadra, a Ala das Baianas, “puxada por sua Presidente de Honra, Tia Suluca, iniciou a festa, com a apresentação dos segmentos embalados por sambas antológicos da escola, até a performance do segundo casal de mestre-sala e porta- bandeira, Renal Oliveira e Débora de Almeida.
O sábado, 12 de outubro, marcou a despedida do samba campeão de 2019 , interpretado do cantor oficial da verde e rosa, Marquinhos Art’Samba com a apresentação do bailado do casal Xangô, o mestre-sala Matheus Olivério e a porta-bandeira Squel Jorgea.

A disputa

A partir desse momento começou a disputa final para a escolha do novo hino inspirado no enredo do carnavalesco Leandro Vieira: “A verdade vos fará livre“, na seguinte ordem e com os cantores do carro de som previamente sorteados:
  1. Samba 16 de Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo – intérprete Bico Doce.
  2. Samba 08 de Beto Savana, Índio da Mangueira, Luiz Paulo Jr. e Sandra Portella – interpretado por Douglas Diniz.
  3. Samba 13 de Rodrigo Pinho, Pedro Terra, Bruno Souza e Leandro Almeida – intérprete Psé Diminuta
O anuncio do samba-enredo de 2020 foi feito após a fala do presidente da Mangueira, Elias Riche, pelo cantor oficial da verde e rosa, Marquinhos Art’Samba. A escolhida foi a composição de Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo.



Os vídeos

O esquenta da Bateria da Mangueira abre o playlist do Canal del Cueto no Youtube, registra a apresentação dos sambas concorrentes, o anúncio do vencedor e o momento em que os pavilhões da Mangueira chegam a frente do Palácio do Samba, assim como o bailado do casal do mestre-sala, Matheus Olivério e da porta-bandeira Squel Oliveira, na Visconde de Niterói. Veja abaixo:


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