domingo, 20 de outubro de 2013
Falhei...
terça-feira, 3 de abril de 2012
Mocidade - carnaval 2012 - Personalidades do meu samba
A Mocidade Independente de Padre Miguel foi a quarta escola a desfilar na noite de domingo de carnaval, com o enredo "Por ti, Portinari. rompendo a tela a realidade", do carnavalesco Alexandre Louzada.
As fotos estão divididas pelos seguintes temas:
Desfile
Concentração
Comissão de frente
Bateria Não Existe Mais Quente
Mestre sala e porta bandeira - Robson e Ana Paula
Baianas
Passistas
Personalidades do meu samba
*agradecimentos Liesa, Riotur e os componentes da Mocidade.
** fotos de Valéria del Cueto para o SEM FIM... no carnaval 2012.
Mocidade - carnaval 2012 - Passistas
A Mocidade Independente de Padre Miguel foi a quarta escola a desfilar na noite de domingo de carnaval, com o enredo "Por ti, Portinari. rompendo a tela a realidade", do carnavalesco Alexandre Louzada.
As fotos estão divididas pelos seguintes temas:
Desfile
Concentração
Comissão de frente
Bateria Não Existe Mais Quente
Mestre sala e porta bandeira - Robson e Ana Paula
Baianas
Passistas
Personalidades do meu samba
*agradecimentos Liesa, Riotur e os componentes da Mocidade.
** fotos de Valéria del Cueto para o SEM FIM... no carnaval 2012.
Mocidade - carnaval 2012 - Ala das Baianas
A Mocidade Independente de Padre Miguel foi a quarta escola a desfilar na noite de domingo de carnaval, com o enredo "Por ti, Portinari. rompendo a tela a realidade", do carnavalesco Alexandre Louzada.
Tia Nilda apresentava a ala das Baianas da Mocidade. As fantasias foram confeccionadass por Anderson, talentoso artesão..
As fotos estão divididas pelos seguintes temas:
Desfile
Concentração
Comissão de frente
Bateria Não Existe Mais Quente
Mestre sala e porta bandeira - Robson e Ana Paula
Baianas
Passistas
Personalidades do meu samba
*agradecimentos Liesa, Riotur e os componentes da Mocidade.
** fotos de Valéria del Cueto para o SEM FIM... no carnaval 2012.
Mocidade - carnaval 2012 - Mestre Sala e Porta Bandeira
A Mocidade Independente de Padre Miguel foi a quarta escola a desfilar na noite de domingo de carnaval, com o enredo "Por ti, Portinari. rompendo a tela a realidade", do carnavalesco Alexandre Louzada.
O casal de Mestre Sala e Porta Bandeira da verde e branco foi composto por Robson e Ana Paula.
As fotos estão divididas pelos seguintes temas:
Desfile
Concentração
Comissão de frente
Bateria Não Existe Mais Quente
Mestre sala e porta bandeira - Robson e Ana Paula
Baianas
Passistas
Personalidades do meu samba
*agradecimentos Liesa, Riotur e os componentes da Mocidade.
** fotos de Valéria del Cueto para o SEM FIM... no carnaval 2012.
Mocidade - carnaval 2012 - Bateria Não Existe Mais Quente.
A Mocidade Independente de Padre Miguel foi a quarta escola a desfilar na noite de domingo de carnaval, com o enredo "Por ti, Portinari. rompendo a tela a realidade", do carnavalesco Alexandre Louzada.
A bateria "Não Existe Mais Quente" é comandada por mestre Bereco, Dudu e Andrezinho. Sua rainha é Antônia Antonelli.
As fotos estão divididas pelos seguintes temas:
Desfile
Concentração
Comissão de frente
Bateria Não Existe Mais Quente
Mestre sala e porta bandeira - Robson e Ana Paula
Baianas
Passistas
Personalidades do meu samba
*agradecimentos Liesa, Riotur e os componentes da Mocidade.
** fotos de Valéria del Cueto para o SEM FIM... no carnaval 2012.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Mocidade - carnaval 2012 - Comissão de Frente
A Mocidade Independente de Padre Miguel foi a quarta escola a desfilar na noite de domingo de carnaval, com o enredo "Por ti, Portinari. rompendo a tela a realidade", do carnavalesco Alexandre Louzada.
A Comissão de Frente é uma criação de Renato Vieira.
As fotos estão divididas pelos seguintes temas:
Desfile
Concentração
Comissão de frente
Bateria Não Existe Mais Quente
Mestre sala e porta bandeira - Robson e Ana Paula
Baianas
Passistas
Personalidades do meu samba
*agradecimentos Liesa, Riotur e os componentes da Mocidade.
** fotos de Valéria del Cueto para o SEM FIM... no carnaval 2012.
Mocidade - carnaval 2012 - Concentração
A Mocidade Independente de Padre Miguel foi a quarta escola a desfilar na noite de domingo de carnaval, com o enredo "Por ti, Portinari. rompendo a tela a realidade", do carnavalesco Alexandre Louzada.
As fotos estão divididas pelos seguintes temas:
Desfile
Concentração
Comissão de frente
Bateria Não Existe Mais Quente
Mestre sala e porta bandeira - Robson e Ana Paula
Baianas
Passistas
Personalidades do meu samba
*agradecimentos Liesa, Riotur e os componentes da Mocidade.
** fotos de Valéria del Cueto para o SEM FIM... no carnaval 2012.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
O por da Ponta
Fim de tarde de domingo, na Ponta do Leme, num verão tardio.
* fotos de Valéria del Cueto, para o Sem Fim...
Mocidade - carnaval 2012 - Barracão 6 rodada
Fotos de 29 de dezembro de 2011
“Por ti, Portinari, rompendo a tela, a realidade”. é o enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel para o carnaval 2012, do carnavalesco Alexandre Louzada.
Novamente faço o registro da construção do espetáculo da escola de Padre Miguel, com o apoio de seu presidente Paulo Vianna, Ricardo Simpatia, diretor de carnaval, Santana, diretor de barracão, e de Rick, da comunicação e responsável direto pela escolha das fotos que são publicadas no site da Mocidade Independente de Padre Miguel.
Agradeço a todos os diretores, trabalhadores e a Alexandre Louzada pela chance de fazer pelo segundo ano consecutivo esses registros.
* fotos de Valéria del Cueto, por culpa do Maurício de Paula
Mocidade - carnaval 2012 - Barracão 5 rodada
Fotos de 14 de dezembro de 2011
“Por ti, Portinari, rompendo a tela, a realidade”. é o enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel para o carnaval 2012, do carnavalesco Alexandre Louzada.
Novamente faço o registro da construção do espetáculo da escola de Padre Miguel, com o apoio de seu presidente Paulo Vianna, Ricardo Simpatia, diretor de carnaval, Santana, diretor de barracão, e de Rick, da comunicação e responsável direto pela escolha das fotos que são publicadas no site da Mocidade Independente de Padre Miguel.
Agradeço a todos os diretores, trabalhadores e a Alexandre Louzada pela chance de fazer pelo segundo ano consecutivo esses registros.
* fotos de Valéria del Cueto, por culpa do Maurício de Paula
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Veneziana - fiscalizando a obra
O ensaio gerou a crônica...
Passeava pela Gustavo Sampaio quando vi o movimento e a curiosidade gerada entre os moradores que costumam passar pela frente da Veneziana. Fiz as fotos da obra e deixei as lembranças do lugar emergirem. Viraram a crônica Como o tal de Natal, publicada no dia 25 de dezembro nos parceiros do SEM FIM...
* fotos de Valéria del Cueto
domingo, 25 de dezembro de 2011
Como o tal de Natal
Texto e foto de Valéria del Cueto
Veneza fez parte de sua vida desde sempre. Não a cidade da Itália, mas a confeitaria que, no nome ostentava sua pretensa origem: veneziana. No mesmo ponto permanente na rua interna, imprensada entre a orla e o morro (cujo sonho era mergulhar no mar, tão próximo estava dele), ali, onde o homem havia chegado e plantado uma barreira tripla de prédios entre montanha e seu sonho, estava encravada a Confeitaria Veneziana.
Se sua primeira lembrança de vida era pilotando um velocípede branco e preto, com detalhes em vermelho, pela pista de tacos portugueses e tapetes persas do apartamento aonde nasceu, a segunda era lá.
Depois dos sorvetes de casquinha com sua lambança natural, as bombas de creme e chocolate eram as melhores escolhas na vitrine de tentações. Incomparáveis, com seu recheio cremoso, a massa fresquinha e aquela casquinha que se desmanchava na boca.
Beliscando a cobertura de chocolate perdeu a mão e a delícia foi ao chão. O choro foi evitado pelo tio que havia proposto a excursão e prontamente entregou seu maná similar – só que de creme.
Antes da primeira mordida, preferiu enxugar as lagriminhas de criança que já pulavam desobedientes, mesmo sem ter tempo de abrir a sirene. Atrapalhada tropeçou no degrau e lá se foi a segunda bomba, antes que o tio malabarista tivesse tempo de resgatá-las no ar em segurança, a criança e doce se esborracharam, depois do segundo quicar no vidro do balcão. Esse, ele quase pegou. O berreiro foi inevitável, com dupla motivação.
Só diminuiu quando o santo “pucaria” do tio conseguiu alcançar mais um exemplar desta vez – grande consolo – de chocolate, avisando que era a última, “por que o dinheiro tinha acabado”. A criança que só entendeu a parte do “não tem mais”, já que nem desconfiava que diacho seria esse tal de dinheiro.
Ele a pegou no colo prometendo que sentadinha no balcão estaria mais tranqüila pra saborear o quitute. Sem riscos. Isso, se o doce tivesse conseguido chegar incólume até o elevado patamar. Por que no tranco de ser levantada... De novo! Tadinha da criança. Ficou só com a forminha e o papel celofane, escorregadio e traidor entre os dedos miúdos.
A crise se configurou. “Três bombas ao chão? Essas eram de comer e não pra explodirem a Veneziana!” O tiozim perdeu a paciência enquanto o brado da sirene aumentava a cada lembrança de bomba mal lançada. “Agora não tem mais, acabou o meu dinheiro (que diabo era isso, pra uma criança de dois anos?)” Essa foi a sentença do “Pucaria” que elevou à potencia máxima os decibéis da choradeira.
O socorro veio do atendente: “Toma essa, vi que estava escorregando e entreguei de mau jeito.” As lágrimas foram engolidas junto com os pedaços mordidos com todo o cuidado.
A lembrança Veneziana e da generosidade de seus funcionários permaneceu por uma vida inteira. Nela, a confeitaria virou bar, se transformou num restaurante dos bons por que, assim como o Pontinho, no Bairro Peixoto, é conhecido entre motoristas de táxi (isso diz tudo) como um lugar agradável, de comida honesta.
Quem passa em frente a Veneziana hoje verá uma enorme obra, motivo pela qual está fechada há meses. Nos últimos dias, pelas grades levantadas e portas abertas, os moradores acompanham o final da empreitada, aguardando novidades. Ansiosos para reincorporarem às suas vidas um estabelecimento que, mais do que fazer parte da paisagem, exemplifica o milagre da generosidade, do renascer. E se renova como o Natal.
Nós moradores, agradecemos aqueles que, quase Papais Noéis, nos presenteiam com o nosso Leme de sempre!
* Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Esta crônica faz parte da série e “Ponta do Leme”, do SEM FIM http://delcueto.multiply.com
sábado, 24 de dezembro de 2011
Leme, mar, Copacabana...
Enquanto as equipes do Areia faziam a confraternização do futebol de areia, no Leme, o sol ia baixando pros lados de Ipanema.
A luz que caía, prejudicando os registros do beach soccer, acabou atraindo minha atenção para os lugares em que os raios de sol desenhavam sobras, "esticando" a paisagem com reflexos dourados.
Ao mesmo tempo em pedia aos deuses que o rebocador solitário arrastasse as dores e tristezas pro mar a fora, aproveitei pra desejar que o chuveiro da barraca lavasse nossas almas e o calor do sol unisse nossos quereres.
Do lado oposto, o cair da tarde colorindo as franjas de nuvens em tons de rosa que emolduravam a Pedra do Leme era o sinal que minhas preces natalinas seriam bem recebidas.
.................
A última foto, feita a pedidos, mostra os heróis que diariamente se esforçam pra manter a limpeza dessa paisagem deslumbrante. Obrigado, meninos, o que seria da vida na praia dos cariocas sem vocês?
* fotos de Valéria del Cueto, para a série Ponta do Leme, do SEM FIM...
Areia!
Pra finalizar 2011, na tarde do dia 21 de dezembro, a já tradicional festa do time reuniu novos, velhos e craques atuais do Areia.
Foram três partidas. A primeira dos aspirantes, a segunda dos veteranos e a última dos profissionais.
Confesso que ainda me perco: quero ver as partidas e largar a câmera para acompanhar e torcer pelas jogadas ao mesmo tempo em que tento fazer o melhor enquadramento possível e - o mais difícil - descobrir a antecedência exata do clique para registrar os lances.
Aproveitei para testar algumas lentes e brincar com a velocidade da abertura. Descobri que ainda não testei os limites do equipamento.
Enfim, cada um fez a festa que estava a fim na festa do Areia.
Pena que não pude ficar mais. O dever me chamava...
Feliz Natal e um Ano Novo cheio de vitórias para os valorosos atletas e a alegre torcida do time.
* Fotos de Valéria del Cueto
domingo, 18 de dezembro de 2011
Só no ano que vem
Texto e foto de Valéria del Cueto
Sabe aquilo que você pretendia buscar e ainda não alcançou? Agora... só ano que vem.
Quer fazer um esforço concentrado e tentar resolver seus problemas burocráticos? Só ano que vem.
Precisa de ajuda da justiça? Só ano que vem, depois das férias forenses.
Quer receber de quem te deve? Só ano que vem...
Pagar aquela dívida? Só ano que vem depois que quem te deve honrar seu compromisso.
A grana está escassa, queria pedir um aumento pro chefe? - Só? Ano que vem!(será a resposta do patrão)
Que tal arrumar um emprego melhor? Só ano que vem, bem depois do carnaval.
Tomar providências e sair desse círculo vicioso, voltando a estudar? Matrícula, você sabe, só pro ano que vem.
Tá pensando em partir pra um regime alimentar drástico, ainda sonhando em entrar o verão tinindo? Pode começar (nas festas?), mas resultado que é bom mesmo, só (no meio do) ano que vem!
Tá pensando em chutar o balde, tomar tenência e brigar com a namorada/amante/mulher? (Passar as festas sozinho é roubada!!!!) Deixa pro...ano que vem.
Tinha a intenção de se mudar ou reformar o apartamento? Espere a alta temporada passar. Só ano que vem!
Precisa tomar providências de rotina para acompanhamento da sua saúde? Otimista! Pode até marcar as consultas agora, mas atendimento que é bom... Só ano que vem, provavelmente depois das águas de março.
Quer mais segurança para sua família, amigos, vizinhos? Só ano que vem (isso é lenda, claro, mas a esperança é a última que se despede da temporada)
Pretende lutar contra a corrupção e a roubalheira que assolam o governo? Só ano que vem? (É o que eles querem, mas a gente não deixa de fiscalizar, denunciar e cobrar. Se faz efeito, são outros quinhentos)
Educação decente? Só... deixa pra lá.
Melhorar a qualidade da política nacional? (Para isso, vote direito!) Só nas eleições, ano que vem.
Transparência, decência e ética? Só ano que vem poderemos continuar mudando essa bandalheira, dependendo do resultado das urnas. Por que com o que está aí, é im-pos-sí-vel. Não haverá cadeia pra tanto delinquente!
Mas não se estresse, nem se desgaste mais que o necessário.
É tempo de passagem, CARPE DIEM!
Que as mazelas que não conseguimos superar e os problemas sem solução não consumam inutilmente nossas boas energias neste período.
A partir de hoje e nas próximas semanas preocupe-se apenas em ser feliz. Distribua sua alegria entre os que lhe querem bem e dê para quem precisa aquilo que todo mundo pode – e deve - esbanjar em qualquer época da vida: amor, solidariedade e amizade.
PS: Se a teoria dos maias se confirmar e a era que vivemos se extinguir em dezembro de 2012, este será o último Natal e Réveillon antes da nossa nova vida. Lembre-se que sempre depois de um final, haverá um recomeço!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Raios no Leme
Raios! Ó raios que brilham, cegam e filtram sombras distorcidas do lugar.
* vagabinha e fotos de Valéria del Cueto para a série Ponta do Leme, no SEM FIM...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
A vida que pediu a Deus
domingo, 9 de outubro de 2011
Minha primeira mordida
Texto de Valéria del Cueto
Meu primeiro computador foi o Apple II, comprado de segunda mão de um harleyro brasileiro que morava em New York. Ele tinha uma oficina mecânica e, como aficionada por motocicletas, uma das visitas que mais me marcaram, na primeira viagem que fiz aos EUA, foi ao seu local de trabalho. Ali, além de arrumar máquinas alheias, ele mantinha uma incrível coleção de mais de uma dezena de Harley Davidson, algumas verdadeiras antiguidades.
No meio daquelas jóias foi que vi o Apple e, encorajada por seu proprietário, digitei algumas palavras em seu teclado sem cedilhas. As letrinhas verdes que surgiram na tela escura mudaram minha vida para sempre. Já saí da oficina como a feliz possuidora daquela maravilha tecnológica. Meu amigo queria fazer um up grade no seu equipamento e não hesitou em passar à frente seu modelo velho e sujo de graxa.
Fomos a uma loja, onde ele me ajudou a comprar alguns programas. Entre eles um de imagens e outro que diagramava um jornalzinho.
O problema a seguir (só pensei nisso depois) era como colocar a máquina no Brasil. Naquele tempo, acreditem, era proibido por lei importar material de informática. Diz que pra fortalecer nossa ainda incipiente indústria no setor ou algo assim.
Apelei para meus contatos das TVs onde havia trabalhado. Eles “importavam” máquinas novas e peças de reposição de seus equipamentos. Graças aos sérios e demorados problemas burocráticos para trazê-las para o país, havia uma rede poderosa de “importação” paralela.
Me lembro que custava 30 dólares o quilo de produtos trazidos e, caso fossem descobertos, quem dançava era o comprador. Foram dias tensos e os caminhos que meu computador percorreu até chegar a Cuiabá foram longos e tortuosos.
Valeu a pena. Aquele Apple II mudou a minha vida e a de, pelo menos, mais uma pessoa: a que o herdou quando o troquei, anos mais tarde, pelo meu primeiro PC, então já importado legalmente de um lugar mais próximo, o Rio de Janeiro.
O primeiro sucesso de Steve Job transformou minha forma de ver o mundo e as possibilidades de atingi-lo. E olha que ainda não existia a internet!
Junto com ele veio uma impressora matricial (vocês sabem o que é isso?) e a dificuldade de conseguir seu tonner assombrava minhas experiências iniciais com a informática. Mas só de pensar que a cada erro de digitação bastava retroceder e corrigir sem ter que começar tudo de novo numa outra folha de papel e que o liquid paper e seus similares estavam definitivamente excluídos de minhas listas de material de papelaria, já fazia de mim uma redatora muito, mas muito mais feliz!
De lá para cá, por questões de compatibilidade com as agências e produtoras de Cuiabá, troquei a máquina maravilhosa e já caquética de Steve Job pelos PCs. Afinal, de que adiantava produzir os trabalhos numa plataforma incompatível com a vizinhança emergente?
Hoje, luto para voltar aos braços charmosos (e sempre mais caros) da maçã. O faço com planejamento e convicção que estarei mais próxima do futuro e agindo com a mesma audácia que me fez investir dinheiro e muito tempo de estudos no meu Apple II “irregular”.
Com a virada que estou dando nos meus objetivos profissionais é imperioso que trabalhe com o equipamento que está “anos luzes” a frente de seus concorrentes quando o assunto é tratamento de imagens.
Do Apple ao Mac, Ipod, Ipad e afins foi um longo e estimulante caminho que não pude percorrer, mas acompanhei muito de perto, torcendo e aprendendo a cada novidade genial. Que o diga Steve, esteja onde quer que esteja, cuidando de novos Jobs por lá.
* Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Esta crônica faz parte da série Parador Cuyabano do SEM FIM http://delcueto.multiply.com
terça-feira, 4 de outubro de 2011
O estádio mais lindo do mundo: Areia!
Difícil essa vida de esportista e fotógrafa na Ponta do Leme.
O amistoso do Areia com o Balança, de Botafog,o foi uma boa oportunidade para treinar fotografar em velocidade. Tem um tempo certo, uma forma diferente de "ver" os lances. É preciso exercitar esse sentido. Por isso, aproveitei a partida no campo do Areia para brincar um pouco, sentir o peso do equipamento e suas ainda restritas possibilidades.
Foi tudo muito bem enquanto o fundo do cenário era o horizonte do Atlântico Sul. Tentava compensar as diferenças de luz: sol e sombra do cair da tarde carioca.
Aí, virei a câmera para o canto do Leme e dei de cara com a Pedra do Leme, toda enfeitada pelos Ipês amarelos.
Deu no que deu: sábado, futebol de praia, Areia e Pedra do Leme. Melhor, só a semifinal da escolha de samba da Mangueira que veio depois mais tarde...
* fotos de Valéria del Cueto

