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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mundo Cerrado - A família




Mundo Cerrado, livro de poesias de Lorenzo Falcão, para mim foi três em um, como os biomas matogrossenses:
- O lançamento literário,
- A apresentação do Coral, com a participação especialíssima de "Seo" Alair,
-
As fotos da família.

Elas, as fotos, refletem a energia linda que circulou no Canto Mangueira Literária do Sesc Arsenal, em Cuiabá.

Espero que estejam a altura dos participantes do encontro de amigos e em comunhão com a felicidade que senti em rever tantos cuiabanos queridos.

* fotos de Valéria del Cueto

Mundo Cerrado - cantoria




Mundo Cerrado, livro de poesias de Lorenzo Falcão, para mim foi três em um, como os biomas matogrossenses:
- O lançamento literário,
- A apresentação do Coral, com a participação especialíssima de "Seo" Alair,
-
As fotos da família.

Elas, as fotos, refletem a energia linda que circulou no Canto Mangueira Literária do Sesc Arsenal, em Cuiabá.

Espero que estejam a altura dos participantes do encontro de amigos e em comunhão com a felicidade que senti em rever tantos cuiabanos queridos.

* fotos de Valéria del Cueto

Mundo Cerrado - lançamento literário




Mundo Cerrado, livro de poesias de Lorenzo Falcão, para mim foi três em um, como os biomas matogrossenses:
- O lançamento literário,
- A apresentação do Coral, com a participação especialíssima de "Seo" Alair,
-
As fotos da família.

Elas, as fotos, refletem a energia linda que circulou no Canto Mangueira Literária do Sesc Arsenal, em Cuiabá.

Espero que estejam a altura dos participantes do encontro de amigos e em comunhão com a felicidade que senti em rever tantos cuiabanos queridos.

* fotos de Valéria del Cueto

sábado, 7 de maio de 2011

LUFADA




LUFADA
Fome/poesia
Mesa vazia
Esca [la] da
Pa ciência...

Vagabinha e fotos de Valéria del Cueto com as poucas e escolhidas do LUFA.


É só clicar no LUFA pra ver o evento completo.

LUFA - o lançamento




Lançamento de LUFA
Livro de poesias de Luis Safir - editora futurArte. Terça feira, 3 de maio de 2011 no Drink Café, Botafogo, Rio de Janeiro.

Amigos, queridos e eu... Espero ter captado o ambiente e os sentimentos que fizeraram o clima do encontro. Parabéns LUFA. Que sua poesia se espalhe em palavras e nas imagens que registrei.


*fotos de Valéria del Cueto

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Quando poetas se encontram

Papo de Boteco, o blog,  também é colunismo cultural:
Registramos a passagem pelo Rio de Janeiro do editor Lorenzo Falcão, do DC Ilustrado, caderno de cultura do jornal Diário de Cuiabá onde, como colaboradora, publico crônicas, fotos e outras coisinhas do SEM FIM...

O que não faltou em sua ronda carioca foi motivação. E boa conversa. Em Copacabana ele papeou com Carlos Drummond de Andrade, por exemplo.



Na jogação de conversa fora, Drummond reconheceu o santo trabalho que é divulgar poesia e cultura por estes rincões brasileiros. Olha aí Lorenzo com sua "auréola" de roda gigante.


A Ponta do Leme também fez parte do roteiro de Loro que, nascido em Niterói e praieiro toda vida, soube interpretar perfeitamente o aviso:


Nada que impedisse que ele fiscalizasse detalhadamente minhas rotineiras condições de trabalho.


No final da tarde visitamos, no Caminho dos Pescadores, o local onde se reúne a turma do POLEM (Poesia no Leme), aos domingos. Pena que passamos por lá durante a semana. Loro teve, pelo menos, a chance de usufruir os ares que inspiram nossos poetas.


Bom, pra finalizar, desejo a Lorenzo um bom retorno para Cuiabá e muito fôlego para aguentar (cadê o trema, meu Deus!) a mim e a todos os outros jornalistas e escritores que passeiam pelas páginas do DC Ilustrado com suas histórias e fantasias.
Vida longa e sucesso para o DC Ilustrado e seu editor poeta é o que desejamos nós, do Papo de Boteco. Os leitores merecem!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Poesia na Pedra


Tia Circe pediu, a sugestão foi aceita.
Atendendo a pedidos, alguns "momentos" de poesia promovidos, entre outros, por Eduardo Tornaghi, no canto da pedra, aos domingos, ao lado da Feirinha do Leme.

A Leitura
É Poetagem
Que se encontra com a música.
Quem não acredita em Papai Noel?

Cas, ou não Cas?
Não tem questão!

Infâmias e fotos de Valéria del Cueto para a série Ponta do Leme no SEM FIM...

domingo, 21 de dezembro de 2008

Poema na Pedra


Tia Circe pediu, a sugestão foi aceita.
Atendendo a pedidos, alguns "momentos" de poesia promovidos, entre outros, por Eduardo Tornaghi, no canto da pedra, aos domingos, ao lado da Feirinha do Leme.

A Leitura
É Poetagem
Que se encontra com a música.
Quem não acredita em Papai Noel?

Cas, ou não Cas?
Não tem questão!

Infâmias e fotos de Valéria del Cueto para a série Ponta do Leme.

quarta-feira, 19 de outubro de 2005

Poesia Digital, versão III, Ronaldo Werneck, Pedro Lage e muito mais...

Start:     Oct 26, '05 8:00p
Location:     Armazém Digital - Rua General Severiano 97/108 Rio Plaza Shopping Botafogo
Atrações
Heloisa Buarque de Holanda
Ronaldo Werneck
Pedro Lage
Cristina Terra
Gean Queiroz
Daniela Aragão
e Omar Salomão

Coordenação e Apresentação
Bayard Tonelli

Imagens
Cactos Intactos, Marcelo Gibson e novidades

Canjas
Joana Medeiros, Ary Miranda, Fernando Quentallonne e muitos outros

(reserva de mesas no bistrô pelo fone 2101-9303)

quarta-feira, 28 de setembro de 2005

Lançamento de Revisita Selvaggia, de Ronaldo Werneck

Start:     Oct 4, '05 8:00p
Location:     Livraria DaConde
Livraria DaConde - Ibis Libris Editores - Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho
convidam para o lançamento no Rio de Janeiro de
RONALDO WERNECK REVISITA SELVAGGIA
Livraria DaConde - arte & cultura
Rua Conde Bernadotte, 26 lj. 125 - Leblon - Tel (21) 2274-0359

Revisita Selvaggia, de Ronaldo Werneck

Category:   Books

CONCRETO NAS SELVAS
Segundo Luiz Ruffato, é insano tentar firmar as referências da arte de Ronaldo Werneck

Creio que talvez possamos admitir que exista um movimento artístico intitulado ''pós-modernismo'' e que sua característica primordial seja a intertextualidade, ou a explicitação do diálogo que estabelece com a própria arte. Explicitação porque não só admite, como denuncia sua filiação. Nesse sentido, pós-moderno é Ronaldo Werneck, que em 1976 lançou a primeira edição, agora revisitada, deste Selva selvaggia. Em boa hora, aliás, pois há tempos quem quisesse conhecer esse livro, elogiado à época por humores tão díspares quanto Moacy Cirne e Luiz Carlos Maciel, Wilson Coutinho e Fábio Lucas, deveria pedi-lo emprestado a leitores ciumentos ou buscá-lo em empoeirados sebos.

Em Ronaldo Werneck, tarefa insana seria tentar firmar as referências de sua arte, pois onivoramente o poeta constrói seus textos, cujo resultado é como um sofisticado molho que leva inúmeros condimentos, mas de tal forma que o sabor final, embora saiba a cada um deles, torna-se num outro, único e indissolúvel.

0 autor salpica ali e aqui predileções, mas, sabiamente, nós, os leitores, devemos desconfiar de tamanha generosidade. Isso porque se nos deparamos num poema com ecos (evidentes) de Mallarmé, noutro ouvimos (distante) escansões de cantigas de ninar, espraiadas numa mágica infância.

Que a paixão de Ronaldo Werneck pelo cinema torna-se neste livro quase obsessão é um fato. Basta tomar seu depoimento - Selva selvaggia tem como epígrafe uma ''tirada'' de Glauber Rocha e foi estruturado como se fosse um filme - e perceber a presença, além do genial baiano, de Eisenstein e Fellini conduzindo ''tomadas''.

E toda a terminologia nos remete ao universo fílmico: são cortes, montagem, takes, planos, seqüências, argumento, cenografia, roteiro, direção.

Mas é a arte literária que se esparrama em cada recôndito dessas 424 páginas. E, se são vários os interlocutores de Ronaldo Werneck, não o é sua filiação. Ele se forma claramente entre as hostes dos barulhentos bárbaros que questionam o estabelecido, que se rebelam contra o antigo, que se batem pelo novo.

Nesse sentido, é no ''pensamento concretista'' que ele se radica - não no concretismo, mas na ''tradição concretista'': Gregório de Matos Guerra, Sousândrade, Oswald de Andrade, Augusto e Haroldo de Campos, no Brasil; Mallarmé, Rimbaud, Pound, Maiakóvski, Cortázar (sim, Cortázar, o ficcionista, o ensaísta), no exterior.

Cônscios, agora, deleitemo-nos com o que se oferece aos nossos paladares: Ronaldo Werneck. (Luiz Ruffato)