Mangueira no minidesfile do Dia Nacional do Samba 2025
A Mangueira fechou a noite de sexta-feira, primeiro dia de minidesfiles do Dia Nacional do Samba de 2025, apresentando elementos de seu enredo para o carnaval 2026, “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju - O Guardião da Amazônia Negra”, do carnavalesco Sidnei França.
Agradecimentos aos Mestres Rodrigo Explosão e Taranta Neto, aos incríveis ritmistas da “Tem que respeitar meu Tamborim”, aos componentes da Mangueira, à Liesa, Rio Carnaval e Riotur.
Imagens de Valéria del Cueto / acervo carnevalerio.com
Ensaio fotográfico e vídeos publicados no canal @del Cueto, no Youtube de (C)2025 Valéria del Cueto, all rights reserved @no_rumo do Sem Fim…
(C)2025 Valeria del Cueto, all rights reserved. Protegido pela lei 9610/1998.
O Paraíso do Tuiuti trouxe para o mini desfile do Dia Nacional do Samba de 2025 elementos apresentados pelos segmentos da escola de samba de seu enredo para o carnaval 2026, "Lonã Ifá Lukumí", do carnavalesco Jack Vasconcelos.
Agradecimentos ao Presidente Thor, Renatinho Marins, à Super Som, Mestre Marcão, Markinhos, aos componentes do Paraíso do Tuiuti, à Liesa, Rio Carnaval e Riotur.
Imagens de Valéria del Cueto / acervo carnevalerio.com
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@delcueto para CarnevaleRio.com
LINK dos vídeos do acervo carnevalerio.com do Paraíso do Tuiuti no mini desfile do Dia Nacional do Samba, 2025.
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A Mangueira fechou a noite de sexta-feira, primeiro dia de mini desfiles do Dia Nacional do Samba de 2024, apresentando elementos de seu enredo para o carnaval 2025, "À Flor da Terra - No Rio da Negritude Entre Dores e Paixões", do carnavalesco Sidnei França.
Agradecimentos aos Mestres Rodrigo Explosão e Taranta Neto, aos incríveis ritmistas da "Tem que respeitar meu Tamborim", aos componentes da Mangueira, à Liesa, Rio Carnaval e Riotur.
Imagens de Valéria del Cueto / acervo carnevalerio.com
Ensaio fotográfico e vídeos publicados no canal @del Cueto, no Youtube de (C)2024 Valéria del Cueto, all rights reserved @no_rumo do Sem Fim…
O Paraíso do Tuiuti trouxe para o mini desfile do Dia Nacional do Samba de 2024, na Cidade do Samba, elementos apresentados pelos segmentos da escola de samba de seu enredo para o carnaval 2025, "Quem tem medo de Xica Manicongo", do carnavalesco Jack Vasconcelos.
Os vídeos do acervo carnevalerio.com do Paraíso do Tuiuti no mini desfile do Dia Nacional do Samba, 2024.
Agradecimentos ao Presidente Thor, Renatinho Marins, à Super Som, Mestre Marcão, Markinhos, aos componentes do Paraíso do Tuiuti, às Liesa, Rio Carnaval e Riotur.
Imagens de Valéria del Cueto / acervo carnevalerio.com
Ensaio fotográfico e vídeos publicados no canal @del Cueto, no Youtube de (C)2024 Valéria del Cueto, all rights reserved @no_rumo do Sem Fim…
Saíram as aguardadas gravações do @RioCarnaval dos sambas enredos do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Produzidas por Alceu Maia, elas chegaram as plataformas no início das comemorações do Dia Nacional do Samba, promovido pela Liesa, na Cidade do Samba.
A porta-bandeira Rute Alves: imagem da capa do Cd dos sambas do carnaval 2025
Foram 3 dias confraternização da elite das escolas com direito a mini desfiles no final de semana que antecedeu o dia 2 de novembro, data estabelecida no calendário brasileiro pelo projeto de Lei 1713-A, de 2007, de autoria do então deputado federal Índio da Costa. Antes, em 2005, o samba foi o primeiro gênero musical brasileiro declarado Patrimônio Cultural Imaterial pela Unesco.
Em cada noite, 4 escolas se apresentaram na pista interna da área reservada dos barracões. É nesse espaço que se desenvolvem os projetos de construção dos espetáculos que ocuparão a pista da Passarela do Samba, na Marquês de Sapucaí, Centro do Rio de Janeiro, durante o carnaval.
As torcidas animaram a passagem das escolas na pista da Cidade do Samba
Agito na Cidade do Samba
O formato se repete há quatro anos e estabeleceu um novo recorde de público na Cidade do Samba já no primeiro dia da festa. Mais de 30 mil pessoas passaram pelo espaço situado na zona portuária do Rio de Janeiro no final de semana. A entrada foi gratuita, mediante a entrega de um quilo de alimentos não perecíveis.
Atrações como Belo, os grupos Samba da Volta, Terreiro de Crioulo e Xande de Pilares dividiram as atenções do público animadíssimo que pode acompanhar a confraternização das escolas.
A sintonia de mestre Fafá e a rainha de bateria Paolla de Oliveira, da Grande Rio
O evento apresentou os principais segmentos das agremiações como comissão de frente, alegoria de abertura, casais de mestre-sala e porta-bandeira, velha guarda, destaques, musas, passistas, alas e baterias num “compacto” na mesma ordem em que se apresentarão no carnaval que, em 2025, será nos dias 2, 3 e 4 de março.
Marlon Lamar e Squel Jorgea, casal de mestre-sala e porta-bandeira da Portela
O que vem por aí
Depois dessa largada, o próximo encontro dos sambistas cariocas será na Marquês de Sapucaí, nos ensaios técnicos que começam no dia 25 de janeiro.
Até lá, o calendário está recheado de ensaios de rua, nas quadras ensaios de canto, feijoadas e eventos nas comunidades das escolas espalhadas pela região metropolitana do Rio. Vem chegando o verão...
9 dos 12 enredos abordam religiões afro-brasileiras: Oxalá na Imperatriz Leopoldinense
Nas paradas de sucesso
Durante o mês de dezembro, a expectativa está voltada para o desempenho dos sambas enredos da temporada. O timming está coordenado para que eles possam ampliar seu alcance nesse período de festas. As composições foram lançadas a tempo de decolarem rumo as comemorações do final do ano.
Caso de “Pede caju que dá”, interpretado por Zé Paulo Sierra. No último verão a composição Mocidade Independente de Padre Miguel foi o fenômeno que furou a bolha carnavalesca, virando o hit nas paradas do último réveillon carioca, e se difundiu pelo país em 2024.
Claro que algumas composições e enredos começam a se destacar caindo no gosto dos exigentes analistas de carnaval. Caso, por exemplo, dos sambas da Imperatriz Leopoldinense, sobre a viagem de Oxalá ao reino de Xangô, o Cocoriô das pororocas Paranauaras do Pará, da Grande Rio, e o da campeã do último carnaval, a Viradouro e seu Malunguinho - o mensageiro dos três mundos. Esses, já estão na boca do povo e despontam na disputa de audiência.
Wander Pires, intérprete do belo samba da Viradouro
Correndo por fora vêm composições como Logun Edé, orixá cantado pela Unidos da Tijuca, com a participação de Anitta, a ode Corpo Fechado do Salgueiro e, surpresa, o “Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece”, brincadeira fantasmagórica da Vila Isabel que corre por fora.
Voa, Neguinho, a despedida da Beija-flor
As homenagens a Milton Nascimento, na Portela, e o lendário Laíla, da Beija-Flor também estão no centro das atenções. No último caso, voltadas para o intérprete de todos os campeonatos da escola de Nilópolis. Neguinho anunciou ser este seu último carnaval comandando o carro de som da Beija-Flor.
Paixões a parte, os aficionados estão acompanhando os números de acessos nas plataformas de suas músicas preferidas enquanto discutem nas redes sociais a qualidade das composições e o sobe e desce dos rankings musicais.
Querida
cronista. Vou começar pelo final. FICA! É isso aí. Esta é a ordem.
Sim, a ordem que o viajante interplanetário, seu amigo e correspondente, Pluct
Plact, ainda pipocando por este mundão que dizem ser de Deus (hipócritas!), tem
a lhe dar neste momento. E, pelo visto, por um bom período.
É
vero. Sei que ando sumido tentando um jeito de picar a mula desta estratosfera
que atua como imã de poluentes e não deixa minha nave intergaláctica alcançar o
espaço sideral. O máximo que consigo é pipocar pela crosta terrestre. E, agora,
tomando um cuidado extra para não esbarrar na "renda" de satélites
distribuídos pelo espaço, antes apenas singelamente celestial, do planeta.
Que perigo, cara amiga. Indico a localização desejada, ligo os instrumentos, os propulsores e tudo vai bem até um satélite borboletante coligir com a nave e desviar sua rota. Sabe em quantos lugares indesejáveis já acabamos, a nave doida e seu amigo aqui, pousando?
Vou resumir em um único exemplo: na faixa de Gaza que, certamente, não é a que mora na sua desatualizada imaginação. Ali agora é terra arrasada. O que era ruim, muito ruim está terrivelmente pior. E não pense que mirei no Líbano, na Ucrânia, nos países africanos conflagrados... Nada disso! Queria chegar no Egito onde continuam descobrindo incríveis
resquícios de civilizações antigas que, como a que vejo hoje, entraram em declínio total e desapareceram.
Culpa de um encontro indesejado com um satélite mal colocado! É um perigo real e quase imediato viajar na órbita terrestre. E aqui embaixo também!
Que o
diga seu ídolo Zeca Pagodinho. Precisou expulsar do palco um drone enxerido e
atrevido no meio do seu show. O danadinho do artefato tirou a concentração do cantor,
atrapalhou o ritmo da cozinha do show e mereceu uma reprimenda do malandro que
mandou a letra exigindo em alto e bom som que a geringonça saísse do seu pedaço.
Parece brincadeira, cronista voluntariamente enclausurada do outro lado do
túnel, mas é isso mesmo! Respeito zero com o indivíduo. "O que é de todos
é para ser usado”, prega o novo normal sem noção, nem respeito.
Se
antes já era difícil garantir os seus direitos... está praticamente impossível.
Como se não bastasse os seres humanos abusados, temos as inteligências
artificiais que absorvem e chupam a ignorância vigente, moldadas que são de
acordo com seus criadores. Egoístas e sem medidas como eles.
FICA! Cronista, se você visse o que está acontecendo com os direitos autorais dos artistas e criadores iria pi-rar. Quer dizer, surtar a décima potência. Porque um ser isolado há anos por livre espontânea vontade como você, que recebe minhas mensagens por um raio de luar
que invade sua cela, está definitivamente fora da casinha! Melhor assim. Sinto lhe informar que a casona, no caso o planeta Terra, vai muito mal, obrigado. Com perspectivas de uma piora imensurável nos próximos anos.
Baseio
essa trágica previsão nos últimos acontecimentos. Trump, aquele, o Donald que
não é pato, será o próximo presidente dos EUA. Ganhou de lavada. Recebeu,
inclusive, apoio e aplausos dos imigrantes que, entusiasmados com sua campanha
contra os democratas, em breve serão repatriados. Segundo
os masoquistas em via de deslocamento "É a vontade de Deus, seja o que Ele
quiser".
Amiga,
já concluímos que esta civilização está em plena decadência como tantas que desapareceram
na face da Terra e de outros pontos do universo. Mas o que o povo tem na cabeça
para trocar uma suave aterrissagem por uma queda livre num precipício? Não
precisamos de um novo Messias, mas de um Freud repaginado, tipo um influencer psicológico.
Seria muito bom para entendermos esta loucura suicida! E não vou nem mencionar
a expropriação insana e irresponsável dos recursos do planeta.
Cronista,
o último conselho antes do raio de luar desaparecer: nem pense em bancar a
freirinha das Carmelitas e pular o muro do convento para passear nas ruas de
Santa Teresa nos próximos dias. Espere o mini desfile das escolas, nas
comemorações do Dia Nacional do Samba.
Seu
Rio de Janeiro está sob cerco policial. O G20 se reúne na cidade conflagrada. Como
sempre e mais que nunca maravilhosa ela recebe os chefes de estado e as
comitivas dos países mais ricos e poderosos do mundo. Todos estarão reunidos
aqui, vigiados por terra, mar e ar enquanto aos habitantes da cidade é
recomendado, mais uma vez, um FICA! Fica em casa no feriadão, do dia da
Proclamação da República até o da Consciência Negra.
Desenho florezinhas infantis na página que antecede esse texto no caderninho enquanto penso em por onde começar. Onde vou terminar, só o limite imposto pelo espaço do jornal de (mais ou menos, sempre pra mais) duas laudas, dirá.
Não, não sou eu quem me navego. Aprendi a lição com Paulinho da Viola que aprendeu com seu pai, César Faria. Se tivesse esse poder de me navegar não seria jornalista. Os eventos me procuram, não eu a eles e, como ser social, sou impelida a re/agir aos acontecimentos. Jornalisticamente
Essa escrevinhação era para ser sobre o Dia Nacional do Samba, 2 de dezembro. Data especial no calendário de quem, como eu, vê no ritmo uma avenida de prazeres para os necessitados de poesia e movimento se lançarem no período carnavalesco.
Festejos se espalham pela Cidade Maravilhosa. O Trem do Samba parte da Central do Brasil fazendo a ligação com as comunidades que ao longo dos trilhos consolidaram as características identitárias do povo do samba. A festa deságua em Oswaldo Cruz.
Aqui, na ponta do centro da cidade, desde o dia primeiro de dezembro a Cidade do Samba festeja com mais uma edição de mini desfiles, escolha da corte LGBTQIAPN+, shows com Diogo Nogueira e a roda de samba do Beco do Rato, entre outras atividades programadas pela Rio Carnaval, a Liesa e a Riotur.
Entre as duas noites haverá a abertura da exposição “Corpo Popular”, de Leandro Vieira, com curadoria de Daniela Name, no Paço Imperial.
O carnavalesco campeão ocupa um dos mais nobres espaços culturais cariocas com um triplo carpado (estou com mania dessa imagem, daqui a pouco passa) finalizado com perfeição com os pés plantados no sofisticado universo das artes plásticas.
Lá vamos nós, do acervo carnevalerio.com, com algumas fotos para uma das instalações que ele criou. Quais são? Onde estão? Quem procura, acha. Mas vai ter que procurar bastante. Só dou uma dica: parte das imagens selecionadas é daquela por quem #meuamornuncatemfim, a Bateria da Mangueira.
Esse era meu rumo, esse era meu prumo, até a inaceitável abordagem no aeroporto de Brasília ao Cisne da Passarela, a porta-bandeira Vilma Nascimento, revistada em público numa loja do saguão.
Estava ruim? Pois é, como o mar não tem cabelo, pode piorar. Numa postagem nas redes sociais vi uma foto de Vilma, de punhos cerrados, na Sapucaí. Como reconhecê-la entre tantas? Pelo fato que gerou o registro feito no Desfile das Campeãs do carnaval de 2018.
A escola de samba Paraíso do Tuiuti deu um sacode na Sapucaí com seu enredo e alcançou sua melhor posição no Grupo Especial, o vice-campeonato. Vilma fazia o gesto com as mãos fechadas no refrão: “Meus Deus, meu Deus, se eu chorar não leve a mal. Pela luz do candeeiro, liberte o cativeiro social”. Vi a primeira vez fora do enquadramento e a acompanhei na pista até que o refrão se repetisse.
E lá estava a imagem nas redes sociais postada pela Anistia Internacional Brasil com o crédito: “reprodução”.
Sim, o carnaval está chegando. Época em que, paradoxalmente, evito as redes onde tenho que ficar brigando por algo que deveria ser óbvio: o direito autoral das imagens do acervo carnevalerio.com, protegidas pela lei 9610/1998.
Pelo “X” pedi que entrassem em contato. O que aconteceu rapidamente. Expliquei que a foto havia sido, inclusive, cortada. Dava pra ver a beira da marca d´água do lado direito. A gentil assessora esclareceu que havia sido capturada na rede, já sem o crédito.
Fui atrás e lá estava ela, publicada pela Veja Rio, na coluna de Bruno Chateaubriand com a marca d 'água e o incrível crédito: “divulgação/divulgação”. Depois de algumas retuitadas o colunista entrou em contato e explicou que a foto chegou com um release sobre a honraria que Vilma recebeu dia 20 de novembro, dia da Consciência Negra. Ele também foi gentil, diligente e está sendo muito correto para sanar o uso indevido.
O que chamou minha atenção e demandou a mudança de rumo do meu barco/crônica foi o fato de que, em ambos os casos a responsabilidade pela inserção do material de forma irregular foi creditada a terceiros quando, na realidade, cabe ao editor/responsável pela publicação do material checar a fonte da foto, assim como a das informações veiculadas. Esse é o papel do jornalista. Checar informações.
A questão do direito autoral é muito séria, envolve interesses conflitantes e está no foco de discussões nas câmaras parlamentares nacionais e internacionais. Se informe, é o que peço.
É visível e, no meu caso, sentido na pele, o enorme desconhecimento sobre o tema que mudou o rumo da minha prosa para registrar um dos muitos casos que se repetem e multiplicam a cada temporada carnavalesca.
Essa, que não poderia deixar começar com uma saudação especial. Salve o Dia Nacional do Samba! Os sinais indicam que o tempo da folia está chegando.