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segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Toró eleitoral

Toró eleitoral

Texto e foto de Valéria del Cueto

Quem aguenta essas tormentas intermináveis?

Temos tempestades de todos os jeitos. Para todos os lados.

São borrascas de águas, enchentes de informação, enxurradas de corrupção...

Para pensar positivo considero que o sol apareceu!

Depois de semanas escondido pelas nuvens que, além de enchentes, granizo e tornados, trouxeram (essa é a parte boa) a subida dos níveis dos reservatórios. Andavam abaixo da linha do alerta da insuficiência hídrica.

Melhorar as reservas é essencial ao enfrentamento dos prometidos tempos de El Niño marombado que estão chegando.

Os poucos dias com tempo firme também permitiram que pelo menos as roupas finalmente sequem nos varais. É uma beleza vê-los cheios de adereços. As peças dançando alegremente.

Também fizeram que, mais uma vez, o caderninho entrasse em ação.

Sim, gosto de escrever ao ar livre, se possível ouvindo um barulho de água.

Pode ser na beira do mar esticada numa canga na praia. Ou, como agora, empoleirada nos degraus a caminho da ponte de madeira que une os dois lados do rio no meio do mundo.

Diante do estado de umidade do gramado, esse é o melhor ponto para deixar que o murmúrio do regato (no momento límpido, depois de crescer enlameado durante as últimas semanas) conduza as ideias que vou alinhavando no caderninho.

Foi isso que adiou a entrega do texto da vez.

Era tanta lama de informações atingindo minhas ideias que, mal formulava uma linha de pensamento cronical, já surgiam outras revelações, desatualizando as colocações cuidadosamente buriladas.

Virou um escreve-apaga interminável, com os textos perdendo a validade antes de conseguir fechar as duas laudas de praxe. Elas são definidas pelo espaço que me cabe no Diário de Cuiabá.

Cheguei a pensar em trocar o encadeamento costumeiro por notinhas, tipo uma coluna.

Não consegui dar adeus às crônicas e optei por atrasar o envio do material até ter a chance de encadear os assuntos como sempre fiz.

Mal comparando, se fosse nos tempos das máquinas de escrever, a lata de lixo do lado da escrivaninha estaria transbordando de bolinhas de papel amassadas de trechos inacabados.

A vida está assim, uma lixeira lotada de informações que chegam rápidas em grande quantidade e são descartadas ou absorvidas sem tempo de checagem, de aprofundamento. 

Enquanto isso, o Brasil e o mundo não rolam, capotam descontrolados em meio a tiroteios de snipers invisíveis. Dispostos a transformar nossas vidas num inferno agem sempre em causa própria, sem pensar no coletivo.

Querido leitor, teremos eleições daqui a alguns dias!

Dizem os analistas que elas serão decididas, não pelo quesito das propostas, mas por quem tiver menos rejeição.

E dá-lhe tiro, porrada e bomba para desconstruir os adversários.

O povo estarrecido procura se defender das balas perdidas sem ter tempo de atinar, analisar.  É hora de procurar os melhores quadros para o poder legislativo. Já escolheu seus representantes?

Se lembra em quem votou para deputado estadual, federal e senador nas últimas eleições?

Não sei você. Vou escolher aqueles que, realmente, pensam no bem comum e não apenas no próprio umbigo e seus interesses familiares e pessoais. BETs, emendas impositivas dirigidas aos apaniguados, entregar o país à tutela de terceiros. Como assim?

São eles, os parlamentares, que poderão fazer a diferença numa busca coletiva de melhorias reais para o povo brasileiro, seus eleitores.

Existem indecisos a serem convencidos, os que definirão os rumos do país nos próximos anos. Cabe a nós trazermos de volta a esperança de que o país deve seguir independente, soberano e altivo, sem se curvar às ingerências externas. É ela que fará os eleitores nortearem suas escolhas.

Sabemos que o céu voltará a ficar limpo, deixando espaço para o sol, a lua e as estrelas, nossas armas para convencer os indecisos de que o mau tempo vai passar. Com a ajuda deles, podemos fazer um toró de esperança, alegria e fé no Brasil chegar às urnas nessa eleição.

*Valéria del Cueto é jornalista e fotógrafa. Crônica das séries “Não sei onde enquadrar” e do SEM FIM... delcueto.wordpress.com


quarta-feira, 5 de junho de 2024

Notícia urgente

Notícia urgente

Texto e foto de Valéria del Cueto

Vai um tempo que não invado sua cela, cronista voluntariamente encarcerada do outro lado do túnel. Tenho meus motivos, amiga querida. Meus e seus...

De minha parte, como um extraterrestre impedido de ultrapassar essa camada magnética (há quanto tempo digo que esse é o problema, só agora anunciado aos 4 ventos pelos cientistas?), com as forças exauridas dessa já obsoleta nave interplanetária, resolvi me dedicar a tentar melhorar a visão humana sobre nós seres de outras galáxias que circulamos por aqui. É praticamente impossível assumir a tarefa hercúlea de mudar a opinião pública.

Essa, que hoje coloca os alienígenas no mesmo patamar das bruxas, exus, diabos e afins no imaginário popular. Pra maioria, assim como eles, estamos destinados às fogueiras. Eternas, segundo os apegados a algumas nefastas seitas religiosas, e reais se, possíveis fossem.

Ser diferente nesse mundo negacionista adepto da terra plana não provoca curiosidade. Gera medo e violência alimentadas em nome da “liberdade de expressão”. Aquela, que antigamente terminava onde começava a do outro, não tem limites nem barreiras.

Considerando a situação que me impede de picar a mula pra outros mundos, limitado que ainda estou a pluctplactear apenas entre pontos diferentes da Terra, me empenho em tentar mostrar as funcionalidades básicas dos seres extraterrestres infiltrado nas estruturas neurais das inteligências artificias, as AIs. Captou a porta aberta?

Estamos e ficaremos em voga! Anunciaram pelas onipresentes mídias sociais a existência de instalações planetárias de alienígenas numa galáxia vizinha. É pegar ou partir pra ignorância em relação ao que você, na sua reclusão, está cansada de saber. Não somos deuses nem diabos, somos astronautas incapazes de interferir no livre arbítrio que leva o mundo à sua condição atual, portadores dos alertas que advertem que o pior ainda está por vir, infelizmente.

Aí, chego aos seus motivos para nossa comunicação rateante. Cheguei a uma conclusão interesseira: mais vale um nocaute informativo que o sofrimento de más notícias em doses homeopáticas. Então, espero uma novidade boa para invadir sua janela pelo raio de luar. Essa janela quase se abriu no início de maio pra contar o que era a multidão que invadiu suas praias com o show da Madonna em Copacabana. Perdeu força quando vasculhei seus arquivos e encontrei registros do efeito Rolling Stones no mesmo local.

Considerei que teria de informar que o ano que vem seu esforço na fuga anual para fotografar o carnaval na Sapucaí terá que ser maior. Já vai pensando em como dar o perdido na vigilância por mais um dia. Agora, serão 3 noites de desfiles! Essa nem pode ser considerada uma má notícia. É apenas a novidade a qual você e muitos outros, como a freira carmelita que foge do convento em Santa Teresa pra brincar o carnaval carioca, terão que se adaptar.

O pior, que fez a balança pender e muito para o silêncio do seu amigo Pluct Plact, foi o que era pedra cantada, piorou durante dias seguidos de maio e está longe de acabar. Não vou fazer suspense e já adianto que informando que os seus estão todos bem! Dito isso, informo que o Rio Grande do Sul colapsou.

Não foi por falta de aviso, mas por omissão e ausência de prevenção. Chuvas torrenciais provocaram enchentes que arrasaram cidades. Tanto do lado leste do estado, com as piores consequências possíveis, quanto do lado oeste. Na bacia do Uruguai os danos foram mais controlados. Fizera melhor a lição. No caso de Uruguaiana, escolados nas enchentes de 1983. Você estava por lá, lembra?

Todo o país, quer dizer, parte dele, está se desdobrando para ajudar o povo gaúcho. Outra parte, essa nefasta, se dedica a gerar e distribuir fake News sobre a tragédia.

O resto você já sabe. O mundo quer brincar de guerra. Ucrânia e Palestina ampliam o tempo de seus conflitos globais enquanto pipocam outras rusgas aqui e acolá.

Chega, não é? Então vamos à novidade que desequilibrou de vez a balança e me fez enviar essa notícia urgente. O seu Flamengo goleou o sempre freguês Vasco da Gama no Maraca por 6 X 1. O maior placar dos confrontos entre os dois times!

Fala sério, não é uma boa razão para uma cartinha?

*Valéria del Cueto é jornalista e fotógrafa. Crônica da série “Fábulas Fabulosas” do SEM FIM...  delcueto.wordpress.com

PS: Um brinde do acervo da cronista. 

Em dezembro de 2009...


https://www.youtube.com/watch?v=06IgtUKvRqQ


Studio na Colab55

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Quem disse que mereço?

Quem disse que mereço?

Texto, foto e vídeo de Valéria del Cueto

Mais uma troca de prumo para manter o rumo das crônicas quinzenais. Tive que trocar a pedra em que me encosto para escrevinhar no meio do mundo!

O motivo é prosaico. Ela, a pedra no deck, fica na franja dos galhos da pitangueira que, carregadinha, salpica o chão em que estendo a canga. As frutinhas parecem confetes sextavados... Tentei varrer. O puro suco do sumo das pitangas saborosas virou gotas que lambuzam o chão quando passo a vassoura! Está feita a lambança mancha tecidos. Não prestou. Se não posso mudar a pedra, nem impedir os resquícios da chuva rubra, me movo!

Só um pouco. Para o lado, no beiral da piscina vazia. Por que vazia? Fica fechada até a água clarear por ser de água corrente. O rio ainda está recuperando limpidez depois da enxurrada do segundo sábado de janeiro de 2024. Aliás, os rios daqui e do de Janeiro.

Dei sorte. Passei pela rodovia Washington Luiz, que sobe a serra em direção ao meio do mundo, cruzando entre as duas paredes de chuva. A primeira era só uma parede. Tipo cuiabana de antigamente. Robusta. Cruzamos a chuvarada e chegamos em casa sem problemas para subir a passarela sem cobertura de proteção. No seco. Logo depois veio a muralha d´água. Extensa como a da China. Foram horas de despejo celestial. Vi de camarote a fúria das águas.


As consequências, gravíssimas para a população carioca e da região metropolitana, serão sentidas por tempo indeterminado. O caos foi tão grande que o Centro de Operações da Prefeitura do Rio criou uma base na Pavuna. Com o fechamento da principal artéria carioca, a Avenida Brasil alagada, não dava para monitorar e coordenar os eventos que castigaram a zona norte.

Em décadas de Sapucaí não me lembro de um adiamento de ensaio técnico. Aliás, também não me vem à memória uma escola ganhar ensaio técnico extra na Sapucaí.

Aconteceu uma semana antes do cancelamento das passagens da Portela e Unidos da Tijuca, no último domingo. Vai ter caju da Mocidade em dose dupla por causa das falhas no carro de som do primeiro final de semana de apresentação para o povão. A Porto da Pedra, que teve menos problemas, dispensou o repeteco. 

Por que estou contando isso? Para dizer que "se fosse fácil, alguém já tinha feito" e deixar o registro desses acontecimentos da crônica carnavalesca de 2024.


Resumindo: depois de uma largada triunfal dos ensaios técnicos do carnaval 2024 (mesmo com os problemas de som), babou legal e vai acavalar. Matematicamente falando, um quarto do planejamento dos eventos de preparação carioca na Passarela do Samba da Marquês de Sapucaí, que completa 40 anos, foram alterados por motivos variados de forças maiores.

Clique no LINK para acessar o álbum do acervo carnevalerio.com

Mocidade vem na matinê do Paraíso do Tuiuti e do Salgueiro no domingo do feriado meia boca de 20 de janeiro, dia de São Sebastião, padroeiro da Cidade Maravilhosa. Quem ia desfilar no ensaio adiado irá para o próximo domingo. Portela e Grande Rio.

No último final de semana, o do teste de luz e som, teremos uma prova de resistência com a lavagem da pista (nem vou lembrar que costuma chover), Grande Rio, Beija -Flor e Vila Isabel no sábado. Mangueira, Viradouro e Imperatriz fecham os ensaios técnicos no domingo que antecedem o carnaval.

Como trabalhar desse jeito? Se estava ruim para mim, imagina para o povo do samba que se desloca para sambar, precisa voltar à casa e estar a postos segunda de manhã no trabalho.

São verdadeiros heróis da folia! Molhados, não é? De chuva (de vez em muito), suor e lágrimas. Essas, de amor e emoção, brotam no ritmo das batidas e bossas das baterias que explodem na pista entre as atrações dos mega camarotes. Entendeu? Pois é.

Tudo para coadjuvar no desfile é cada vez menos acessível a quem faz a festa. Os preços dos lugares estão nas alturas. A maioria das escolas não tem mais fantasias disponíveis. Lotação esgotada!

Se você não se preparou com antecedência vai como der. Uma sugestão? Tome logo a vacina da Covid disponível. Prevenir é tudo para quem quer fazer desse, como eu, mais um carnaval inesquecível.

PS: Tem massa de ar frio vinda do sul. Pode ser (ou não) que ela chegue no Sudeste no final de semana.

Eparrei, Iansã...

*Valéria del Cueto é jornalista e fotógrafa. Crônica da série “É Carnaval” do SEM FIM... delcueto.wordpress.com

Studio na Colab55

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

A folia sempre alcança


A folia sempre alcança

Texto e foto de Valéria del Cueto

O ar está bem pesado e já se escuta o barulho da chuva. Primeiro foram as trovoadas que chegaram anunciando o que virá daqui a pouco.

Melhor assim, ninguém se lembrará, nem tentará me mover enquanto o céu estiver caindo e as prioridades forem outras. Como os alagamentos que sempre acontecem ali pros lados do Maracanã, por exemplo.

Fico aqui aos seus pés, onde passei desapercebido até uma twittada entregar, com direito a prova documental fotográfica, minha permanência na praça. A despretensiosa postagem na rede social continha a imagem em que grades e tapumes, sabedores e cúmplices da minha ventura, tentavam camuflar meu disfarce alegórico quase abraçado a Apoteose. Ela chamou a atenção do mundo (pelo menos o do samba) para minha localização inusitada.

Sem querer ofender (pelo contrário), o ilustre responsável pelo conteúdo maravilhoso da plataforma Ouro de Tolo, acho que rolou uma certa invejinha boa.

Não pude acreditar quando eu, um chassi apaixonado pelo carnaval, cujo nirvana para o povo do samba é chegar a Apoteose, fui dirigido a esse local icônico após o hiato do calendário carnavalesco provocado pela pandemia.

Quer saber? Pode chamar de paixão, classificar como doença ou dizer que é um vício irrecuperável. Arrio todos os meus pneus pela emoção de cruzar aquela Sapucaí de ponta a ponta. Topo tudo! A imobilidade exasperante e os maus tratos na preparação da alegoria do ano, o peso insuportável dos ferros, madeiras, forrações, esculturas, traquitanas, badulaques. O remelexo extra nos meus já cansados amortecedores das composições e destaques que sacolejam no percurso da pista nos desfiles das agremiações carnavalescas.

Ultimamente atravessava a avenida apenas uma vez por ano, no Grupo Ouro. Mas já reinei imponente numa escola do Especial! Daquelas que além do desfile oficial têm vaga cativa no sábado das campeãs. O esforço de minha robusta estrutura de ferro era reconhecido e saudado pelo concreto armado dos arcos da Apoteose. Sempre gentil e incentivadora dos que se aproximavam. Corações palpitantes, corpos suados, mentes em êxtase no caso dos componentes das agremiações. Sempre dedicou um cumprimento estimulante às estruturas inumanas incorporadas a procissão profana.

Assim nasceu nosso querer. Nos aproximamos num momento em que os acessórios anteriormente descritos, aliado ao calor insuportável da iluminação e parte elétrica da alegoria quase fizeram com que me rendesse ao mau humor recorrente da torre traiçoeira que desejava uma pane nas engrenagens acopladas para travar a maravilhosa apresentação que a escola fazia. Foi o estímulo revigorante da visão dos arcos da Apoteose e sua energia que geraram o esforço extra necessário para impedir o colapso eminente e me fizeram deslizar para o aconchego do seu abraço.

Quando o desgaste natural fez com que fosse substituído por um equipamento mais novo, agradeci ao deus do carnaval por ter sido doado a uma afilhada do grupo de acesso. Pelo menos uma vez por ano podia cair nos braços da Apoteose e, felicidade das felicidades, conseguia avistá-la do barracão situado no bairro do Estácio, nas proximidades da Sapucaí!

Até que a pandemia chegou. Diante do estado deteriorado em que me encontro temi nunca mais voltar ao abraço da icônica escultura de Oscar Niemeyer. Foi quando o milagre aconteceu. Fui acionado e movimentado para a Sapucaí. Meus Deus! E, em vez de uma passagem cronometrada deixado bem ali embalado no berço do samba. Aos pés dos guias, os arcos, e da mítica de minha paixão carnavalesca, a Apoteose.

Até Pedro Migão me notar, registrar e postar.

Não guardo mágoas nem rancor. Se tiver que partir tive o que, talvez, outros não tenham. A oportunidade de matar essa saudade doída ritmada pelos sons distantes que chegam a você, Apoteose, e a mim, chassi véio de guerra, das quadras que começam seus ensaios para o carnaval. Sou pura esperança. Daquele que podemos não saber quando, mas certamente virá.

Como a espera, a folia sempre alcança.

*Valéria del Cueto é jornalista e fotógrafa. Da série “É carnaval” do SEM FIM... delcueto.wordpress.com

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Carnaval 2020 Lavagem do Sambódromo

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Carnaval 2020 Lavagem do Sambódromo

Os tradicionais ensaios técnicos no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro, não aconteceram para o carnaval de 2020 graças ao atraso nas obras no complexo.

No domingo que antecede o carnaval, dia 16 de fevereiro de 2020, foi realizada a Lavagem da Sapucaí, pelas baianas e representantes do segmentos do carnaval carioca.

Clique na foto para abrir o link da coleção de fotos do álbum Carnaval 2020 Lavagem do Sambódromo do acervo carnevalerio.com




Aos primeiros toques de atabaque, o temporal que já estava se armando desaba na zona central do Rio de Janeiro. A chuva só cessará no início do teste de luz e de som. A Mangueira, campeã do carnaval 2019, foi a única agremiação a fazer um ensaio técnico na Sapucaí.




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