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segunda-feira, 8 de julho de 2019

É luxo. Só...

É luxo. Só...

Texto e foto de Valéria del Cueto

Que maré, querida cronista, que maré. Estão tirando as sacolas plásticas dos supermercados para tentar diminuir o impacto do lixo nos oceanos. Elas e outros objetos não mencionados estão sufocando e ocupando espaço de peixes e afins nas vastidões marítimas.

Aí... desculpe a introdução. Tinha jurado só enviar notícias boas pela fresta de lua da janela de sua cela na reclusão voluntária do outro lado do túnel, amiga querida.

O que tenho a dizer é que, das piores, essa proibição legal fluminense (vale aqui no Rio de Janeiro) é das melhores. Ou seja: é daí para pior.

Não se aflija. Não pretendo gastar nossos momentos periódicos juntos falando das atrocidades do dia a dia aqui de fora.

Estou buscando outros caminhos. Os que alegram nossa existência. Aviso logo: é preciso ir para dentro de si em busca da satisfação que nos resume e nos resta: a interior.

É isso mesmo. Tirei 15 minutos do meu tempo na terra por dia para fazer a meditação da abundância de Deepak Chopra. Dura 21 dias e já cheguei ao final. O que a gente não faz para não contaminar seu quadrado? Hoje é dia de procurar o luxo.

Você sabe, cara cronista, cada um tem o seu. Falar com você, encontrar um novo ângulo para registrar numa das pontas que você me apresentou de cara, na minha atabalhoada chegada no planeta. Lembra?

O sol tocando minha simbiótica pele terráquea enquanto escrevo para você. A imagem do surfista desafiando o mar que se projeta esfomeado em direção a mureta, diminuindo a faixa de areia e o espaço para os privilegiados que podem frequentar o espaço em plena sexta-feira.

Deixei para contar agora porque esse luxuoso detalhe sempre fez parte das suas narrativas da Ponta do Leme: a chance de estar no paraíso nas tardes do último dia de trabalho da semana. Cada um com seu luxo.

Inclusive o de rir do “luxo” alheio. Com todo o respeito, é claro... Quando for merecido, ressalte-se.
E isso anda fácil para quem acompanha a movimentação das redes sociais, o novo aboio que leva e traz poucas verdades, mas propaga mentiras inacreditáveis (no sentido exato da palavra).

Esse movimento desperta um efeito manada impressionante. Capaz de conduzir, para “todos” os dois lados paixões e opiniões. Nada se verifica, tudo se reproduz. Num efeito tsunami que vai e vem.
Sei que pelo tempo de seu isolamento não dá para dimensionar o que estou narrando. Melhor assim. Esse é um luxo que poucos têm nesse momento.

Aliás, esqueci de mencionar, mas sei que é importante para você, cronista aluada. Estamos saindo de um eclipse solar total! O único desse ano. Diz a lenda que ele trará mudanças.

E aí vai mais um luxo: o de ter esperanças. E são elas que nos permitem aguardar a abundância no futuro. Parece incoerente? Pois não é. Já que esse objetivo está dentro de cada um. E no momento, essa é a joia que nos cabe lapidar. É a ela que ainda temos acesso. Porque não depende de ninguém, além de nós, alcançá-la e nela trabalhar.

Cronista, não é fácil para quem é bombardeado o tempo todo por tantas possibilidades e energias. A maioria lamentavelmente negativas.

Elas funcionam como o imã que atrai minha nave, impedindo minha tão desejada partida. E, já que não posso viajar para fora, o faço para dentro de mim mesmo.

Do seu, aparentemente mais livre, Pluct, Plact.

PS: Mas será?

*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Da série “Fábulas Fabulosas”, do SEM   FIM...  delcueto.wordpress.com

Studio na Colab55

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Quem se habilita?

Quem se habilita?

Texto e foto de Valéria del Cueto

Procurei no baú de identidades quem cuidaria do texto dessa semana. Nin-guém se habilitou.

Pluct, Plact, o extraterrestre, está levitando por aí quase torrando os circuitos de seus sofisticados equipamentos inserindo as últimas informações da Vaza-Jato.

Na floresta, o rolo é tamanho que o espaço da Fábula Fabulosa não daria nem para começar a contar o alarido que anda vindo da bandas da Flotropi.

A contragosto sobrou para a cronista desenrolar o texto hoje. Nada de fantasia. Vamos à realidade. Aqui, na Ponta do Arpoador.

E é aí que entra o conceito do “riscado” no caderninho hoje. Numa determinada medida, cada um pode escolher a sua (ir)realidade. Quer ver? Quer dizer, ler?

Hoje é quase fim de outono. Depois de dias cinzentos e muitas chuvas. Aquelas que caem exatamente quando você largou o trabalho (que está pegado), se arrumou e correu para tentar dar uma volta. Mas não consegue passar da portaria do edifício para a marquise dois prédios ao lado, de tanta água. Diluviana.

Eis que abro a janela e dou de cara com um céu azul cintilante! É claro que justo no dia em que tudo acontece no longo percurso das tarefas profissionais. Chuta daqui, dribla dali e aparece a chance de uma pernada até o mar.

Quero ver quem resiste. Eu não. E aqui estou. Pensando nos amigos que gostaria estivessem aqui comigo. Sabe por que? Porque o dia está clássico!

A saber: venta. Mas o sol está radioso. Tem ressaca, mas o mar está para surfistas!

São eles que quebram o fluir natural das ondas que agora, quase quatro horas, já recebem o contra luz dos raios de sol. Nessa época do ano só mais um pouco e ele se esconde atrás dos prédios, bem à direita da paisagem.

Para escrever aqui no pé da Pedra do Arpoador, o entorno é, como sempre, surpreendente.

Uma equipe fotografa um modelo encostado no poste grafitado que compõe a paisagem. Colorido, ele sustenta os holofotes gigantes que miram o mar para as manobras dos surfistas noturnos que frequentam o point. O fotógrafo orienta as caras e bocas do retratado para vender sapatos e tênis.

Do outro lado do banco um banhista entoa um mantra vindo lá do fundo do peito e medita fazendo treinamento vocal em alto e bom som.

Tudo isso não é suficiente, apesar de interferir, no rugido espetacular do mar que já esteve em fúria, mas continua resmungão.

Digo que esse não é o auge da gritaria marítima por saber que, se agora está tudo assim, sacolejante, já esteve pior quando a maré subia e atingia seu pico, horas atrás. Agora, está miando e assim continuará, até virar novamente.

Amanhã (me prometo) chegarei mais o cedo que puder para aproveitar ainda mais as piruetas e os voos dos surfistas. Perco na luz que não estará tão baixa. Recupero com as manobras acrobáticas mais ousadas.

Agora, justo quando chego ao fim do espaço definido para o tamanho da crônica, o sol é escondido por uma nuvem gigante.

Com ela volto ao início do fio. Aprendi a lidar com a vida para compor a realidade que me cabe e, com o fim da luz, me despeço.

Vou ali, brincar de fantasia. Nela, não há limites. Nem tempo como o tempo que vivemos. Ruim, tão ruim...

*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Da série “Arpoador”, do SEM   FIM...  delcueto.wordpress.com


Studio na Colab55

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Mosaico na escadaria


Mosaico na escadaria ao lado da Sala Baden Powell, na avenida Nossa Senhora de Copacabana.
Sempre passo por ali quando almoço com del Cueto, o pai, às terças-feiras. É bem na quina da Copacabana com a Fernando Mendes, perto do Copacabana Palace.

Aquele canto meio escuro, que começa com teclas de piano e termina numa claridade ofuscante que não deixa ver o que há lá em cima fazia parte da lista de lugares que tinha curiosidade de explorar.

Até que numa dessas terças havia um movimento extra por ali. A primeira coisa que chamou minha atenção foi o desenho das teclas combinando com um pedaço da saia da moça que estava "derramada" no caminho.  Sinal de parada para fiscalizar o trabalho de composição e colagem de novas peças em outras partes do mosaico da escadaria.

Entre baldes, latas, pedaços de azulejos, espelhos, outros objetos decorativos, vários instrumentos de trabalho e uma bicicleta, lá estavam Júlio e Fiorella.

Tantas eram as possibilidades para explorar (com um certo cuidado, descobri rapidamente na primeira tentativa de recuar o quadro) no espaço de trabalho deles que, mais uma vez, não cheguei ao final da escadaria.

Parei na atividade do casal e procurei aproveitar a onda da garrafa de vinho que havia tomado no almoço na Trattoria para explorar as imagens que foram surgindo na tarde de 02 de abril de 2019.

Clique AQUI ou na foto para acessar o álbum Mosaico na escadaria

Mosaico na escadaria
https://www.flickr.com/photos/delcueto/25315392498/in/album-72157646181406096/

Algumas dessas fotos estão na coleção Getty Images de Valéria del Cueto, as demais fazem parte do acervo da fotógrafa em @no_rumo do Sem Fim

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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Réveilllon 2019 em Copacabana



Baby do Brasil com sua espada Jedy cortando o mal e rezando o Pai Nosso, Gilberto Gil e família e... Ludmila. Para fechar a festa a Beija Flor de Nilópolis.

Estes foram os destaques do palco da virada em Copacabana, point esse ano, segundo as informações da Riotur, de 2 milhões e meio de pessoas que vieram comemorar o ano novo e ver os tradicionais fogos de artifício que emolduram a Princesinha do Mar.

A festa se concentrou em um único palco que criava um novo elemento no cenário do Copacabana Palace, voltado para o lado do Leme, onde se via a maior concentração de animados visitantes. No restante da orla dava para passear tranquilamente, tanto antes da virada como depois das comemorações.

Em alguns pontos havia reuniões de grupos que curtiam o calor da noite carioca. Cada um com sua música e seu estilo, já que o som oficial não era ouvido apenas algumas quadras depois do palco.

Clique AQUI  para abrir o álbum Copacabana na virada


Não achou fotos dos fogos? Estão no vídeo abaixo as imagens no céu da virada. Normalmente faço vários trechos, para nos intervalos fotografar, mas acabei mudando a rotina para registrar integralmente a trilha sonora épica e apocalíptica de João Brasil nos 14 minutos de foguetório.


Agradecimentos à valorosa equipe da Riotur.

Material produzido por Valéria del Cueto para @no_rumo do Sem Fim...
Algumas dessas fotos estão na coleção Getty Images de Valéria del Cueto, as demais fazem parte do acervo da fotógrafa em @no_rumo do Sem Fim

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sábado, 28 de julho de 2018

Mangueira 90 anos e os descendentes dos presidentes


Na feijoada de julho de 2018, no Palácio do Samba, o Centro de Memória Verde e Rosa, dentro da programação dos 90 anos da escola, homenageou os  descendentes dos presidentes da agremiação. O projeto começou com a iniciativa de localizar e catalogar familiares dos ex-presidentes e culminou com a entrega de certificados homenageando os mangueirenses ilustres.

Clique AQUI para acessar o álbum fotográfico Mangueira 90 anos e os descendentes dos presidentes

Mangueira 90 anos e os descendentes dos presidentes

No registro tem de tudo um pouco: a entrega dos certificados no palco do Palácio do Samba, durante a tradicional feijoada; os descendentes emoldurados pela  pintura que reproduz as raízes da Estação Primeira de Mangueira por meio de uma representação de sua árvore genealógica; imagens do espaço e exterior da quadra na Visconde de Niterói e do Centro de Memória Verde e Rosa com a nova exposição seu mezzanino, referente ao desfile de 2018 desenvolvido pelo carnavalesco Leandro Vieira, com o enredo "Com dinheiro ou sem dinheiro eu brinco".

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Ensaio fotográfico  de (C)2018 Valéria del Cueto, all rights reserved
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O grupo Gres Estação Primeira de Mangueira, no FLICKR é o acesso para a coleção de registros da verde e rosa da fotógrafa.

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quinta-feira, 26 de julho de 2018

Portuguesas no Studio@delcueto da #colab55


Para onde vai o olhar? No Rio sempre para o chão. Entre seus caminhos as pedras portuguesas se impõe. Vem dela os desenhos que habitam o imaginário da cidade.

Enquanto o hub internacional do Studio@delcueto no #redbubble apresenta a coleção Black Rainbow, na plataforma da #colab55é a vez de desconstruir o desenho de um pedaço de chão carioca.
A coleção Portuguesas abre preguiçosamente a temporada  primavera/verão. Hora de começar a se preparar.
 

Origem

Queria brincar com um elemento que faz parte do imaginário de todos nós, cariocas. A primeira referência são as ondas da orla da praia de Copacabana exploradas em muitas peças, especialmente no mercado para turistas. A ideia não era essa. Nada de obviedade.
Pensei nos palitos, dois verticais e três horizontais intercalados,  onde ainda brinco de andar no preto nas calçadas da Bulhões de Carvalho. A desconstrução do desenho escolhido pulou na frente e gerou filhotes.

Concepção



Num domingo qualquer parei para escrever a crônica "Sol e chuva com você", da série Fábulas Fabulosas, no Posto 9, em Ipanema. Escolhi sentar num banco próximo a uma das saidas da praia, entre as áreas das dunas protegidas por cescados. Tipo um corredor que trazia areia para a calçada.

Quando olhei para baixo, lá estava o desenho das pedras pretas misturado com a areia que vinha da praia.

Deu no que deu e um pouco mais que, talvez , vire outra coleção.


A brincadeira foi evoluindo e se tranformando, de acordo com o movimento dos blocos. Assim nasceram as Portuguesas. Bicolores como as originais.
 


Na Colab55, o hub brasileiro de nossos produtos, nossa hashtag é #coisadorio. 

Para quebrar a rigidez do mineral, as coleções Bamboo estão  no hub internacional do Studio@delcueto o redbubble. Novos produtos e muitas opções exclusivas.

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 No Getty Images

Imagens produzidas estão na coleção Sem Fim… de Valéria del Cueto no banco de imagens Getty Images.

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quarta-feira, 18 de julho de 2018

O chuá no chuê, chuê

O chuá no chuê, chuê

Texto e foto de Valéria del Cueto

Céu, sal areia, mar. É tudo que se faz necessário para, finalmente, abrir o ciclo do segundo semestre (pós Copa do Mundo da Rússia) já em curso. A registrar, além das surpresas que fazem do futebol um esporte tão vivo quanto a bola do jogo, as cenas inesquecíveis da premiação.

Se tudo estava quase dando certo para a imagem vendida ao mundo pela potência anfitriã, ali, todo esforço semiótico (que incluiu ensinar seus sisudos cidadãos, pelo menos nas cidades sedes, o poder do sorriso), caiu por terra.

Na verdade, a lua de mel havia ido somente até a questão da homofobia legal que impede manifestações LGBTS e afins de qualquer tipo em local público. O limão acabou virando limonada e as camisas das torcidas formando a “bandeira” com as cores do arco-íris foi notícia mundial. Um estepe alegórico que tirou o foco da questão mais séria: o direito usurpado de manifestar sua sexualidade livremente.

O que se esperava? Não, a Rússia não é um país democrático. Portanto, manda quem pode, obedece quem quiser (ainda) ter juízo.

Na cerimônia de encerramento a participação do atabaque do campeão mundial de 2002 Ronaldinho Gaúcho foi, sem dúvida, um toque de mestre para aproximar a nação que convidava de seus exóticos visitantes de todos os quadrantes do mundo. E convenhamos, quando o assunto é sorriso, Ronaldinho bate um bolão.

Tudo acontecia conforme o minunciosamente planejado até que um imprevisto climático serviu para, em minutos, fazer cair a máscara de polidez, respeito e delicadeza do cerimonial do encerramento.

Começa a chover. No palco do gramado os presidentes da Fifa, da anfitriã, da França e da Croácia participam da premiação da inédita vice-campeã e da bicampeã mundial, a seleção francesa. Aos primeiros pingos surge um e-nor-me guarda-chuva. Ele é posicionado para proteger os convidados, entre eles uma dama, a mandatária croata? Não.

O apetrecho impede que apenas e tão somente o poderoso Putin seja protegido do aguaceiro que, em questão de minutos, encharca as autoridades. Os jogadores, recebendo suas medalhas e cumprimentos, cá entre nós, não têm do que reclamar, querem mesmo é festejar a conquista.
As câmeras da transmissão oficial reproduzem as imagens para o mundo e mostram a cena constrangedora por vários minutos. O terno do presidente Emmanuel Macron, da França, já havia até mudado de tom, de tão molhado estava. Assim como a camisa xadrez da seleção croata e os cabelos da presidente Kolinda Grabar-Kitarovic, nada resistiu a chuvarada que desabou sem dó nem piedade celestiais.

Finalmente começam a surgir outros guarda-chuvas. Menores. Eles são distribuídos aos assistentes para que protejam os convidados. Só que... mais uma vez, diante do mundo, as prioridades são invertidas. Primeiro eles. Eis que chega uma proteção para Macron. Depois, os próprios assessores se garantem...

Ali se via como a banda toca: todos protegendo os chefes e se protegendo. Sem ninguém tomar a iniciativa de, num ato de gentileza, oferecer abrigo à única mulher na linha de frente da cerimônia, a presidente da Croácia.

O que há de anormal na cena? Nada. Esta é a ordem mundial, a vida, a sociedade. É o terceiro milênio! Onde (ainda) é preciso matar um leão por dia para se impor. A vitória foi francesa, mas Macron, ao distraidamente esquecer tudo que sua professora e companheira deve ter lhe ensinado em sua convivência sobre como tratar as mulheres, colaborou para agigantar ainda mais o feito da Croácia e de sua presidente.

A que viaja de avião na classe econômica, paga sua passagem com dinheiro do bolso e tem descontados de seu salário os dias que acompanhou, como torcedora nas arquibancadas, a incrível trajetória da seleção de seu país que, como ela, surpreendeu o mundo...
  
*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Da série “Arpoador”, do SEM FIM...delcueto.wordpress.com

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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Altinho, a pelada de Ipanema - ensaio fotográfico

Altinho, a pelada de Ipanema

Na altura do Coqueirão, praia de Ipanema, Rio de Janeiro, Brasil, início do outono 2018.

Fim de março no Rio de Janeiro. O contra luz do sol caindo e os reflexos de seus raios no mar (com ondas altas de ressaca) dando relevo ao fundo da imagem, desenham os corpos dos jogadores de altinho, o futebol descompromissado que se espalha pela orla carioca.

Da foto 008 saiu a silhueta que compõe a ilustração da Coleção Бразилия em russo é #brasil, do Studio@delcueto #colab55

Clique AQUI ou na foto para ver a coleção no Flickr

Altinho, a pelada de Ipanema//embedr.flickr.com/assets/client-code.js
#valerio2018
#coisadorio
Valéria del Cueto, para @no_rumo do Sem Fim

E aí...
Бразилия em russo é #brasil, do Studio@delcueto

Concepção

 
Deu liga. Foi um dos contornos dos corpos que quebrou a severidade dos caracteres e sinuosamente,indicou o que temos de sobra no nosso futebol. A malemolência tão comum em qualquer pelada de beira de praia.

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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Falando nela

Falando nela

Texto e foto de Valéria del Cueto

Saí pensando nela, uma crônica da janela. Porque só dela (e nem sempre) é possível olhar a vida passar em relativa, mas não absoluta segurança.

Para quem se distrai desenhando letras, imaginando sóis, reflexos e silhuetas, desligada do entorno pulando de ideias sem prestar atenção no entorno da vida real, está perigoso empunhar o caderninho e se deixar levar.

Outro dia, levei um pito por me dedicar a um dos esportes mais nobres nas antigamente lânguidas tardes ensolaradas. Dormir na praia, lagartear ao sol.

Não dá mais para se deixar embalar e adormecer ao som dos resmungos do mar, do assobiar da brisa e dos pregões dos ambulantes anunciando seus produtos.

O mais distante das barracas com caixas de som funk/sertanejo. Era possível até sonhar aquecida pelos raios do sol temperados pela maresia.

Há que estar atento, forte e não ter medo de temer o tudo que pode acontecer nos dias que vivemos.

Nos rendemos a falta de poesia, trocamos o voo criativo pela simples fuga desabalada da realidade crua e nua, despida de fantasia. Sobreviver é o bastante. Como se o sofrimento não bastasse.

Não desisto da praia, como não largo de mão a ginástica. O exercício é essencial para manter a espinha ereta. Já o coração tranquilo anda bem mais difícil.

Nada que não empalideça diante do escandaloso visual de outono no Arpoador. As cores gritam quando céu está limpo e de bom humor.

Em dia de ressaca, como é o caso, a gente acaba envolvida, quase abduzida pela força do lugar.

E aí, voltando ao início do texto, a janela deixa de ser uma opção. A segurança? Entrega a Deus!

Na verdade, deixa nas mãos dos deuses e não tão deuses que circulam pelos caminhos que levam ao relevo acidentado, vasto e amplo das pedras da Ponta do Arpoador. São eles e todos os tipos de forças de segurança que permitem imaginar uma garantia da paz local.

Sensação distribuída entre moradores, locais e turistas que nunca desistem de tentar a sorte de um por do sol tranquilo e cinematográfico.

Com a ressaca fica um espetáculo magistral. A impressão do cantinho e do violão provocada por um mar calmo e poucas ondas para acompanharem o passeio de Tom Jobim e seu violão na entrada do Arpoador ficam tímidas e desafinam perto do sacode provocado pela fúria do mar revolto.

Daquelas tão mexidas que nem os surfistas se arriscam no lado de Ipanema. Só na Praia do Diabo as ondas estão formando de forma organizada o suficiente para quem é fera e tem uma boa roupa de neoprene. Além da força do sacode a água está gelada. 
Vai encarar?

Eu só do lado de fora, descrevendo o espetáculo que avança até quase o paredão, deixando sem faixa de areia o Arpoador e desarrumando as escadas feitas de sacos de contenção pelos barraqueiros para facilitar o acesso da clientela.

Nada que os frequentadores costumeiros já não tenham visto. Nada que já não tenha sido reconstruído depois da fúria marítima ser aplacada a cada temporada.

Até lá as marolas se espraiam e fazem brilhar as areias encharcadas de acordo com os humores do céu, do sol e das nuvens que se mesclam em luminosidade derramando luzes e cores por toda a orla.

Pensando bem, se for da janela, essa ou aquela, que cada um tenha a sua. A que merece ou escolhe. Da minha, avisto a vida, mesmo quando ela foge para se esconder de tanta desumanidade...

*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Da série “Arpoador”, do SEM   FIM...  delcueto.wordpress.com



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sábado, 5 de maio de 2018

Mangueira 90 anos alvorada lá no morro


Mangueira 90 anos alvorada lá no morro.
Deixei por último o primeiro momento do dia dos 90 anos da Estação Primeira. No sábado, 28 de abril de 2018, a alvorada foi tardia, mas cheia de significados.

Como o contraste entre a tradição do samba e os traços arquitetônicos do Museu de Arte do Rio, o MAR, o que chamou a atenção nas atividades matinais foi a re-união dos mais antigos, baluartes, velha guarda, segmentos, diretoria e o acolhimento aos mais novos, aos meninos da Mangueira dos inúmeros projetos sociais desenvolvidos pela escola de samba e de vida.

Mangueira 90 anos alvorada https://www.flickr.com/photos/delcueto/albums/72157690704882530

No chocolate lembrado com carinho pelo moleque Wesley, hoje mestre de bateria, a memória de um gosto de infância disputado por todos os presentes. Da velha guarda as crianças dos projeto sociais da verde e rosa.

O link entre esses dois mundo foi novamente feito por Wesley quando, abraçado com a professora Terezinha Labruna, hoje vice presidente de Projetos Especiais da agremiação, lembrou o dia em que foi no CIEP querendo uma vaga para estudar. Antes do tempo, porque ainda não tinha a idade exigida...

Queima de fogos, bandeiras hasteadas, homenagens, saudações e, finalmente, o chocolate!

A lavagem do Palácio

Depois foi a hora de firmar o axé agradecendo o passado e pedindo proteção para o futuro. Ao som dos atabaques As baianas num ritual que marca a tradição das religiões afro-brasileiras lavaram e defumaram a quadra, as escadas e a entrada do Palácio do Samba. Para os presentes distribuíram flores e as bençãos dos orixás.

https://www.youtube.com/playlist?list=PLNVGym3VNemAm9VsJprdcsnLNoiAzIygY
Os mangueirenses também receberam mimos como o calendário alusivo ao aniversário de 90 anos da Mangueira com fotos dos segmentos e textos de personalidades mangueirenses.

Era hora de voltar para casa e se preparar para a feijoada que começava a partir das 13hs.



Ensaio fotográfico  e vídeos (C)2018 Valéria del Cueto, all rights reserved
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Clique

AQUI para acessar o álbum fotográfico Mangueira feijoada 90 anos, 
AQUI  acessar o álbum fotográfico Mangueira 90 anos no MAR, 
AQUI para assistir os vídeos da apresentação da Bateria da Mangueira na feijoada dos 90 anos da verde e rosa.

Bateria da Mangueira rumo aos 60 anos 

#aprimeiraala
Agradeço a Mestre Wesley, sua equipe e aos ritmistas!  Junto com Rafaela Bastos e Renato Moço, responsáveis pelas mídias sociais, construímos a cada encontro uma nova página dessa  história. É uma honra fazer parte da #primeiraala em seu caminho rumo aos 60 anos de existência.

O grupo Gres Estação Primeira de Mangueira, no FLICKR é o acesso para a coleção de registros da verde e rosa da fotógrafa.

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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Tuiuti, vice do carnaval 2018, na Apoteose

Tuiuti, vice do carnaval 2018, na Apoteose

"Pela luz do candeeiro" a escola de samba Paraíso do Tuiuti foi, sem dúvida, a maior surpresa do carnaval carioca 2018.

De candidata a cair para o Grupo de Acesso (nos prognósticos que antecederam a folia)  a vice campeã do Grupo Especial foi uma trajetória impressionante. Os 700 metros da pista  do Sambódromo, na Marques de Sapucaí, mudaram a história do carnaval 2018.

Essa é o final da passagem da Tuiuti, já saindo da pista, na Praça da Apoteose no desfile das campeãs, 18 de fevereiro de 2018.

O último carro alegórico com composições de patos, o inesquecível destaque do Vampirão presidente  e a carteira de trabalho ornamentando a parte de trás da alegoria, ficará marcado na memória popular.
Depois dos últimos componentes, fechando a pista, uma das categorias que mais trabalham (e são mai sadmiradas) na Sapucaí e na cidade, os garis da Comlurb. Tudo parece meio simbólico... Ao final, a reação das arquibancadas populares na despedida da vice campeã.

Valeu, Tuiuti.

#quemsambasabe
Valéria del Cueto, para carnevalerio.com


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domingo, 4 de fevereiro de 2018

Do Arpoador, fevereiro no Rio de Janeiro


Do Arpoador, Rio de Janeiro verão 2018.

É fevereiro no Rio de Janeiro. Início do mês do carnaval, os sinais vem do céu e da terra. Do Arpoador, dois finais de tarde clássicos. O primeiro dia e o de Iemanjá, 02 de fevereiro.

Se a natureza tem algo a nos dizer e manda recados perceptíveis aos nossos sentidos, haverá muito a se estudar para concluir a mensagem enviada nos dois primeiros dias de fevereiro de 2018.

Lá pelas quatro da tarde, tudo era nublado, com nuvens pesadas vindas do sul. Mas a barra para aquele lado, estava clara. O que prometia que o pôr do sol fosse literalmente um visual.

Não deu outra em nenhum dos dois dias. No dia de Iemanjá, 02 de fevereiro, com o acréscimo visual do barco com as oferendas para a orixá saindo do Arpoador.

Como não havia areia na praia, por causa do movimento das marés, esse ano a festa foi apertada e acabou tomando a calçada do Arpoador. Preferi assistir de longe, na Pedra do Arpoador, depois de dar um tempo na Praia do Diabo.

Essa opção rendeu imagens interessantes já que o barco, o Posto 8 e o reflexo dos últimos raios de sol nos vidros dos prédios acabou na minha linha de "enquadramento e  disparo. 

 O ensaio fotográfico e os vídeos são de Valéria del Cueto para @no_rumo do Sem Fim

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Além das fotos, os vídeos que mostram o ambiente local.



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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Marcada de poeira e pampa, vem aí a 40º Califórnia da Canção

Marcada de poeira e pampa, vem aí a 40º Califórnia da Canção

Texto  de Valéria del Cueto
O nativismo gaúcho está em festa nesse final de semana em Uruguaiana, na fronteira oeste, divisa com a Argentina. A cidade volta a ser voz, alma e coração do movimento cultural que sacudiu o estado e se espalhou por todos os rincões brasileiros onde a cultura rio-grandense fez morada com a chegada de imigrantes do Rio Grande do Sul.

Dizem que a Califórnia da Canção, idealizada por Colmar Duarte, no início da década de 1970, está para a cultura gaúcha assim como a Semana de Arte Moderna de 1922 está para São Paulo. Hoje, é Patrimônio Cultural do Rio Grande do Sul e motivo de orgulho para quem viveu essa história de amor e resistência cultural.



Volta às origens

Depois de explodir nos anos 80 e gerar o fenômeno nativista que chegou a alcançar mais de 100 festivais espalhados por todo o Rio Grande a Califórnia perdeu força devido ao gigantismo do evento. Grandes shows e o crescimento da Cidade de Lona, onde inicialmente se realizavam as tertúlias musicais nos acampamentos campeiros dos participantes, acabaram por descaracterizar a festa.

Retornando às suas origens, a 40º Califórnia da Canção do Rio Grande do Sul volta a ter um formato mais enxuto ocupando, dias 8, 9 e 10 de dezembro, o palco do Teatro Municipal Rosalinda Pandolfo Lisboa.



O virtuose Yamandú Costa, melhor instrumentista numa das edições - arquivo Jornal Cidade



Instrumentista consagrado, Renato Borguetti marcaram presença no festival
Foto de Anderson Petroceli

O formato do festival
Califórnia que dizer em espanhol “conjunto de coisas belas”. O termo também é usado no Rio Grande do Sul para designar"competições entre vários concorrentes em busca de grandes prêmios".

E assim o é... Foram inscritas 571 composições e, delas, selecionadas as 20 músicas que concorrem em três linhas: a Campeira, identificada com usos e costumes do campo, com  instrumentos acústicos e arranjos vocais que guardem a simplicidade do canto campeiro; a de Manifestação Rio-grandense, enfocando aspectos socioculturais e geográficos, instrumentos acústicos e elétricos, como contrabaixo e piano elétrico, e liberdade de arranjos vocais e a Linha Livre, com sentido de universalidade artística, sem restrições ao instrumental ou vocal. Dentre os campeões das três linhas é escolhido o vencedor da Califórnia.

Onze compositores premiados em edições anteriores garantem a qualidade musical do evento esse ano. Um deles, Mauro Ferreira, poderá, caso ganhe mais uma edição, levar definitivamente para casa a cobiçada Calhandra de Ouro, prêmio máximo do festival. O troféu ficará definitivamente com o quem conseguir vencer cinco vezes o certame.

Palco Nativista da 36 Califórnia - foto Anderson Petroceli

O que atraiu tantos talentos, alguns há anos afastados da competição, foram os valores da ajuda de custo e dos prêmios, realinhados para valorizarem a competição, diante de outros festivais existentes no estado.

Efervescência cultural

Quem comparecer as duas eliminatórias e a final, disputada pelas 12 composições semifinalistas, também poderá acompanhar os shows de abertura e encerramento das noites que trarão ao Teatro Municipal, com capacidade para 1.200 pessoas, cantores e instrumentistas que já participaram de edições anteriores e, certamente, farão o público relembrar   momentos inesquecíveis cantando clássicos rio-grandenses vencedores - ou não - das disputas pela Calhandra de Ouro.

Cidade de Lona na Pastoril, lembrança inesquecível para os amantes da Califórnia (arquivo Jornal Cidade)

Com o fim da Cidade de Lona, localizada na Agrícola Pastoril, desde a 37º Califórnia, as Tertúlias, encontros musicais informais dos músicos e grupos nativistas que esquentavam as madrugadas campeiras, serão realizadas na praça central de Uruguaiana, a Barão do Rio Branco. O local que também abriga, desde 29 de novembro, a 41º Feira do Livro e a 2º Jornada Literária.
[ Calhandra de Ouro: prêmio máximo da Califórnia , objeto de desejo dos participantes - Foto de Anderson Petroceli

NATIVISMO: força de um movimento nascido da exclusão.

Em 1970 o compositor e escritor Colmar Duarte, hoje com 85 anos, inscreveu uma música num festival de MPB promovido em uma rádio local. A primeira grande dificuldade, conta ele, foi encontrar intérprete para “Abichornado”, termo gaúcho que significa triste e dava o nome da milonga de sua autoria. Na falta de quem aceitasse a missão de interpretá-la nasceu “Os Marupiaras” (pessoas felizes, em guarani), grupo composto pelos irmãos Colmar e Ricardo Duarte, Júlio Machado e Tasso Lopes.

Na falta de intérpretes, surge o Grupo Os Marupiaras. Colmar Duarte criador da Califórnia é um de seus componentes. ( arquivo Jornal Cidade)

A composição foi desclassificada sumariamente por se tratar de tema regional. “Foi classificado um baião cantando a seca do Nordeste”, conta Colmar, lembrando um trecho da composição: “Quero plantar minha roça, o tempo não deixa, não faço queixa, não vou chorar, e um boleto cantado em espanhol”, se recorda. “Na minha terra, o coração geográfico do Pampa, berço da cultura regional, se podia cantar em outro idioma, lamentar a seca do Nordeste, mas não se podia cantar a própria terra!”

Isso levou a criação da Califórnia. “O movimento tradicionalista gaúcho, que começou em 1947, ensinava a respeitar os ancestrais. Mas éramos apenas descendentes” ressalta. “O fenômeno que a Califórnia gerou trouxe o orgulho, os costumes campeiros para o cotidiano do povo gaúcho. O nativismo valorizou e popularizou hábitos anteriormente desconsiderados como símbolos culturais”.

Colmar destaca que “na época havia apenas uma costureira na região que ainda sabia fazer com perfeição as tradicionais bombachas gaúchas. Hoje, existem duas fábricas em Uruguaiana do produto”. Ele cita outro exemplo fácil de ser constatado: “Tomar chimarrão hoje é um hábito da juventude que se orgulha em viajar sempre levando seu equipamento composto de cuia, bomba e térmica para qualquer lugar, seja na praça de uma cidade gaúcha, ou numa praia do litoral de qualquer estado do país”, comemora.

*Valéria del Cueto é jornalista, fotógrafa e gestora de carnaval. Da série “Fronteira Oeste do Sul”, do SEM   FIM... delcueto.wordpress.com

Edição Enock Cavalcanti
Diagramação Luiz Márcio – Gênio
Studio na Colab55

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Confete verde e rosa no Studio @delcueto

Confete verde e rosa no Studio @delcueto

Não dá pra faltar confetes nas torcidas do samba, de amor ao carnaval e suas bandeiras...
Depois das Bandeiras verdes e rosas, azuis e brancas, e das vermelhas e brancas chegamos a mais um elemento essencial... É carnaval no Studio @delcueto!

Na pesquisa pelas fotos das bandeiras, os confetes verde e rosa ficaram dançando na minha frente, pedindo para brincarem. Como para o bom carnavalesco meia serpentina basta, agora é a vez da Coleção Confete verde e rosa

O carnaval é a maior festa carioca e nela afino as lentes das máquinas fotográficas há, pelo menos, uma década. Essa inspiração sempre foi um dos focos do Studio @delcueto. Depois das bandeiras...


A quarta coleção que desfila na nossa pista é  Confete verde e rosa. Com objetos de moda, decor e papelaria, além dos cases, feitos para aquecer o coração e preparar os tamborins.

O projeto se baseia no registro fotográfico de Valéria del Cueto na passarela do samba do Rio de Janeiro, o Sambódromo Darci Ribeiro. Com ele, o carnevalerio.com abre seus trabalhos de momo.

Evoé!

Aqui, os objetos da coleção. Para detalhes dos produtos, passe no Studio @delcueto 
confete-verde-e-rosa-tees confete-verde-e-rosa-tees-full confete-verde-e-rosa-stickers confete-verde-e-rosa-sketchbooks confete-verde-e-rosa-retangular-pillows confete-verde-e-rosa-posters confete-verde-e-rosa-postcard confete-verde-e-rosa-pillowss confete-verde-e-rosa-mugs confete-verde-e-rosa-magnetos confete-verde-e-rosa-flipflops confete-verde-e-rosa-cases confete-verde-e-rosa-bags confete-verde-e-rosa-azulejos
Quer mais fotos especiais? Viaje na coleção Sem Fim… de Valéria del Cueto no Getty Images. Exclusivas do banco de imagens , elas também estão a venda!

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